Ucranianos protestam contra a NATO

As manobras que a NATO está a levar a cabo ao largo do Mar Negro e nas proximidades da cidade industrial de Odessa estão a motivar fortes protestos populares na Ucrânia.
Iniciada na segunda-feira, a operação chamada de «Sea Breeze - 2007» envolve dois mil e quinhentos militares provenientes dos Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Grécia, Roménia, Turquia, Macedónia, Arménia, Azerbaijão, Geórgia, Letónia, Moldávia e Ucrânia, mais de 20 navios de guerra e é a décima iniciativa do género que decorre em território daquela ex-república soviética.
A liderar a contestação aos «jogos de guerra» do bloco militar estão os partidos Comunista e Progresista Socialista, isto a pesar do forte dispositivo policial montado em torno da zona de exercícios militares com o objectivo de evitar bloqueios intimidando os manifestantes.
Junto ao porto de Odessa, os comunistas mantêm-se concentrados e exigem a realização de um referendo popular que questione a entrada do país na NATO, proposta que o líder do partido, Simonenko, já levou à Rada Suprema quando os parlamentares discutiram a matéria, em Maio de 2006.
Os Socialistas encontram-se acampados na localidade de Chabanka onde irá decorrer a segunda fase das referidas manobras.


Mais artigos de: Breves Intenacional

Norte-americanos cada vez mais descontentes

O número de cidadãos dos EUA descontentes com a administração Bush e com a continuação da guerra no Iraque é cada vez maior, afirma um inquérito divulgado terça-feira.Segundo os dados apurados pela Gallup, publicados no diário USA Today, mais de 70 por cento dos norte-americanos exige a retirada dos soldados do Iraque...

Petróleo levou Austrália para o Iraque

O reforço da segurança energética do país foi a principal razão que levou o governo da Austrália a participar na invasão do Iraque, disse o ministro da Defesa de Camberra, Brendan Nelson, em entrevista na cadeia de televisão ABC.«O acesso seguro aos combustíveis é uma questão importante para qualquer país que pretenda...

PCCh supera os 72 milhões

O Partido Comunista da China superou os 72 milhões de militantes durante o ano de 2006, informou, terça-feira, o Comité Central do PCCh.O dado reflecte um crescimento no número de recrutamentos face ao ano de 2005 na ordem de um milhão 580 mil novos militantes, isto apesar dos pedidos de adesão atingirem os 19 milhões no...