Cinco para gerir o caos?
A situação política e financeira da Câmara Municipal de S. Pedro do Sul está a preocupar sobremaneira a Comissão Inter-Concelhia de Lafões do PCP. Aliás, a recente apresentação da Conta de Gerência relativa a 2006 só veio confirmar os seus receios: as contas da Câmara estão um caos, a dívida real está perto dos 25 milhões de euros, dos quais, mais de 11 milhões a pequenos comerciantes e empresários.
Este é o resultado de uma «gestão irresponsável», que aposta em obras faraónicas e sem prioridade, em detrimento da correcta gestão da «coisa pública», acusa o PCP, exemplificando com o Estádio da Pedreira e o Cemitério Novo. Entretanto, a vida municipal está paralisada e a actividade económica do Concelho em sérias dificuldades, só não estando a situação pior porque «a denúncia pública e institucional dos ruinosos negócios de alienação das Termas e da Termalistur conseguiu travar um desastre que comprometeria irremediavelmente o futuro do município».
Face a esta crise financeira e de tesouraria, caberia à maioria PSD tomar desde logo uma medida elementar, defende o PCP: acabar com os quatro vereadores a tempo inteiro que, juntamente com o presidente, custaram em 2006 ao município cerca de 200 mil euros. Mas não, a Câmara opta por não pagar aos fornecedores, manter as máquinas paradas por falta de crédito para combustíveis e acabar com eventos de interesse para a população, como são os jogos desportivos. Mas a irresponsabilidade, prossegue, passa tanto pelos quatro vereadores, que continuam a não abdicar, como pelo presidente da Câmara, que não teve a coragem para tomar essa medida.
«Resta a esperança», conclui a Inter-Concelhia do PCP, que «a Procuradoria-Geral da República, o IGAT, o Tribunal de Contas apurem a verdade e a responsabilidade do PS e PSD, partidos que têm governado a Câmara de S. Pedro do Sul.
Este é o resultado de uma «gestão irresponsável», que aposta em obras faraónicas e sem prioridade, em detrimento da correcta gestão da «coisa pública», acusa o PCP, exemplificando com o Estádio da Pedreira e o Cemitério Novo. Entretanto, a vida municipal está paralisada e a actividade económica do Concelho em sérias dificuldades, só não estando a situação pior porque «a denúncia pública e institucional dos ruinosos negócios de alienação das Termas e da Termalistur conseguiu travar um desastre que comprometeria irremediavelmente o futuro do município».
Face a esta crise financeira e de tesouraria, caberia à maioria PSD tomar desde logo uma medida elementar, defende o PCP: acabar com os quatro vereadores a tempo inteiro que, juntamente com o presidente, custaram em 2006 ao município cerca de 200 mil euros. Mas não, a Câmara opta por não pagar aos fornecedores, manter as máquinas paradas por falta de crédito para combustíveis e acabar com eventos de interesse para a população, como são os jogos desportivos. Mas a irresponsabilidade, prossegue, passa tanto pelos quatro vereadores, que continuam a não abdicar, como pelo presidente da Câmara, que não teve a coragem para tomar essa medida.
«Resta a esperança», conclui a Inter-Concelhia do PCP, que «a Procuradoria-Geral da República, o IGAT, o Tribunal de Contas apurem a verdade e a responsabilidade do PS e PSD, partidos que têm governado a Câmara de S. Pedro do Sul.