A FESTA DA ALEGRIA
«Uma realização singular no quadro político-partidário da região»
No próximo fim de semana, o Parque das Exposições de Braga vai ser o palco da 14ª edição da Festa da Alegria e o local de concentração de milhares de comunistas e não comunistas – pessoas da região e de outras regiões do país que ali irão conviver de forma fraterna e solidária, que ali irão debater os problemas que mais preocupam os trabalhadores da região e do País, que ali irão abordar questões relacionadas com a situação internacional, que ali irão assistir a espectáculos e outras manifestações de elevado nível cultural e artístico, que ali irão, enfim, trocar solidariedades e acumular forças para as lutas do futuro imediato. O facto de assim ter sido em todas as anteriores edições da Festa, é garantia maior de que assim será mais uma vez nos próximos dias 26 e 27.
Sendo o terceiro distrito mais populoso do País e o mais jovem da Europa e contando com um número elevado de operários, Braga é um campo de intervenção prioritário para os militantes comunistas. E se é certo que os preconceitos anticomunistas continuam a ter, ali, um peso considerável (pelo que a intervenção política dos comunistas depara com mais e maiores obstáculos do que em diversas outras regiões do País), também é verdade que a Festa abre caminho e cria melhores condições para a acção do Partido. Aliás, essa é mais uma razão que confere à Festa da Alegria uma importância fundamental, na medida em que ela difunde e faz chegar a muitas pessoas não comunistas a imagem real dos comunistas, repondo a verdade em relação à imagem falsificada espalhada pela direita e que é fonte de alimento desses preconceitos.
Da mesma forma que, no plano do País, a Festa do Avante constitui uma iniciativa que só um partido com as características do PCP está em condições de levar por diante, também a Festa da Alegria é, a nível da região, uma realização singular no quadro político-partidário. Na verdade, quer uma quer outra são iniciativas construídas na base de uma componente determinante da militância partidária – e impossíveis de concretizar sem essa componente. E mostra a realidade que militância é coisa desconhecida nos restantes partidos políticos nacionais... os quais, por não saberem, nem quererem saber, o que isso é, por desprezarem a participação militante como elemento fundamental e indispensável na vida e no funcionamento interno democráticos de um partido, optam por aprovar e decretar, antidemocraticamente, abusando da maioria de que dispõem na Assembleia da República, leis condicionadoras do funcionamento e da actividade do PCP, leis que nos trazem à memória os sombrios tempos do fascismo. A militância, com o seu específico conteúdo ideológico, político, revolucionário, está, assim, indissoluvelmente ligada à Festa. Aliás, o ambiente de alegria, de fraternidade, de amizade que, durante os dois dias de duração da Festa, será vivido em todo o recinto é, ele próprio, uma decorrência dessa militância e dos ideais de justiça social, de liberdade, de fraternidade que a incorporam.
A 14ª edição da Festa da Alegria ocorre num momento extremamente difícil para os trabalhadores e para a população do distrito que têm visto reduzir substancialmente os seus direitos: piores condições de trabalho e salariais, descida acentuada do poder de compra, aumento impetuoso do desemprego, agravamento geral da situação em todos os aspectos – enfim, consequências directas da política de direita com o seu conteúdo de classe, traduzido no favorecimento dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros e na penalização dos interesses e dos direitos de todos os que trabalham e vivem do seu trabalho. Por isso a Festa é, também, um espaço de intervenção contra essa política e um espaço de luta por uma política de esquerda que inicie a resolução dos muitos problemas que afectam a imensa maioria dos portugueses e portuguesas.
Os trabalhadores e as populações do distrito de Braga sabem que sempre têm contado com o apoio e a solidariedade dos comunistas; sabem que, ao longo dos anos, sempre têm tido a seu lado os militantes comunistas, agindo quer a partir das suas organizações partidárias quer no desempenho das tarefas que lhes estão atribuídas em organizações unitárias – nomeadamente no Movimento Sindical Unitário; sabem, certamente, que a defesa dos seus interesses e direitos será tanto melhor assegurada quanto mais forte, activa e influente for a organização do PCP; e sabem que o êxito da Festa da Alegria será um factor de reforço do Partido.
Sábado e Domingo, a Festa da Alegria será espaço de fraternidade, de solidariedade, de amizade, de alegria; será tempo de cultura e desporto; será momento de debate e de intervenção política; será luta e preparação para a luta. E será, por tudo isso, ponto de encontro e de convívio militante. A solidariedade comunista, o cerrar de fileiras que nos fortalece, o ombro com ombro que nos dá maior capacidade para responder aos problemas e dificuldades da luta, estarão assinalados pelos stands das diversas organizações regionais do PCP e pelos militantes idos de várias regiões do País, quer deslocando-se pelos seus próprios meios, quer integrando as excursões organizadas.
Todos sabendo que o êxito da Festa da Alegria – sempre importante, na medida em que reflecte o resultado de um imenso esforço colectivo – constituirá um impulso decisivo para o desenvolvimento do trabalho do Partido no distrito no futuro imediato.
Sendo o terceiro distrito mais populoso do País e o mais jovem da Europa e contando com um número elevado de operários, Braga é um campo de intervenção prioritário para os militantes comunistas. E se é certo que os preconceitos anticomunistas continuam a ter, ali, um peso considerável (pelo que a intervenção política dos comunistas depara com mais e maiores obstáculos do que em diversas outras regiões do País), também é verdade que a Festa abre caminho e cria melhores condições para a acção do Partido. Aliás, essa é mais uma razão que confere à Festa da Alegria uma importância fundamental, na medida em que ela difunde e faz chegar a muitas pessoas não comunistas a imagem real dos comunistas, repondo a verdade em relação à imagem falsificada espalhada pela direita e que é fonte de alimento desses preconceitos.
Da mesma forma que, no plano do País, a Festa do Avante constitui uma iniciativa que só um partido com as características do PCP está em condições de levar por diante, também a Festa da Alegria é, a nível da região, uma realização singular no quadro político-partidário. Na verdade, quer uma quer outra são iniciativas construídas na base de uma componente determinante da militância partidária – e impossíveis de concretizar sem essa componente. E mostra a realidade que militância é coisa desconhecida nos restantes partidos políticos nacionais... os quais, por não saberem, nem quererem saber, o que isso é, por desprezarem a participação militante como elemento fundamental e indispensável na vida e no funcionamento interno democráticos de um partido, optam por aprovar e decretar, antidemocraticamente, abusando da maioria de que dispõem na Assembleia da República, leis condicionadoras do funcionamento e da actividade do PCP, leis que nos trazem à memória os sombrios tempos do fascismo. A militância, com o seu específico conteúdo ideológico, político, revolucionário, está, assim, indissoluvelmente ligada à Festa. Aliás, o ambiente de alegria, de fraternidade, de amizade que, durante os dois dias de duração da Festa, será vivido em todo o recinto é, ele próprio, uma decorrência dessa militância e dos ideais de justiça social, de liberdade, de fraternidade que a incorporam.
A 14ª edição da Festa da Alegria ocorre num momento extremamente difícil para os trabalhadores e para a população do distrito que têm visto reduzir substancialmente os seus direitos: piores condições de trabalho e salariais, descida acentuada do poder de compra, aumento impetuoso do desemprego, agravamento geral da situação em todos os aspectos – enfim, consequências directas da política de direita com o seu conteúdo de classe, traduzido no favorecimento dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros e na penalização dos interesses e dos direitos de todos os que trabalham e vivem do seu trabalho. Por isso a Festa é, também, um espaço de intervenção contra essa política e um espaço de luta por uma política de esquerda que inicie a resolução dos muitos problemas que afectam a imensa maioria dos portugueses e portuguesas.
Os trabalhadores e as populações do distrito de Braga sabem que sempre têm contado com o apoio e a solidariedade dos comunistas; sabem que, ao longo dos anos, sempre têm tido a seu lado os militantes comunistas, agindo quer a partir das suas organizações partidárias quer no desempenho das tarefas que lhes estão atribuídas em organizações unitárias – nomeadamente no Movimento Sindical Unitário; sabem, certamente, que a defesa dos seus interesses e direitos será tanto melhor assegurada quanto mais forte, activa e influente for a organização do PCP; e sabem que o êxito da Festa da Alegria será um factor de reforço do Partido.
Sábado e Domingo, a Festa da Alegria será espaço de fraternidade, de solidariedade, de amizade, de alegria; será tempo de cultura e desporto; será momento de debate e de intervenção política; será luta e preparação para a luta. E será, por tudo isso, ponto de encontro e de convívio militante. A solidariedade comunista, o cerrar de fileiras que nos fortalece, o ombro com ombro que nos dá maior capacidade para responder aos problemas e dificuldades da luta, estarão assinalados pelos stands das diversas organizações regionais do PCP e pelos militantes idos de várias regiões do País, quer deslocando-se pelos seus próprios meios, quer integrando as excursões organizadas.
Todos sabendo que o êxito da Festa da Alegria – sempre importante, na medida em que reflecte o resultado de um imenso esforço colectivo – constituirá um impulso decisivo para o desenvolvimento do trabalho do Partido no distrito no futuro imediato.