Planeamento familiar negado a jovens
Um estudo da DECO anunciou que mais de metade dos centros de saúde, hospitais e delegações do Instituto Português da Juventude fecharam as portas aos jovens que procuraram planeamento familiar a pedido da associação de defesa do consumidor.
O documento da DECO – citado na segunda-feira pela Lusa – teve como base 85 visitas anónimas aos estabelecimentos por jovens entre os 15 e os 20 anos.
«A maioria dos centros de saúde impediu» a entrada das jovens por não estarem aí inscritas. Dos 49 serviços que recusaram o atendimento, 27 encaminharam as colaboradoras da DECO para o centro de saúde da sua área de residência, apesar de estas já terem afirmado que não queriam fazê-lo por falta de à vontade para tratar o tema com conhecidos. Em 10 casos «fecharam a porta sem dar alternativas» e nos restantes 12 as jovens foram encaminhadas para Centros de Atendimento a Jovens ou delegações do Instituto Português da Juventude.
A lei determina que os centros de saúde e hospitais com serviços de ginecologia devem ter consultas de planeamento familiar e facilitar o acesso aos jovens, seja qual for a sua área de residência.
O documento da DECO – citado na segunda-feira pela Lusa – teve como base 85 visitas anónimas aos estabelecimentos por jovens entre os 15 e os 20 anos.
«A maioria dos centros de saúde impediu» a entrada das jovens por não estarem aí inscritas. Dos 49 serviços que recusaram o atendimento, 27 encaminharam as colaboradoras da DECO para o centro de saúde da sua área de residência, apesar de estas já terem afirmado que não queriam fazê-lo por falta de à vontade para tratar o tema com conhecidos. Em 10 casos «fecharam a porta sem dar alternativas» e nos restantes 12 as jovens foram encaminhadas para Centros de Atendimento a Jovens ou delegações do Instituto Português da Juventude.
A lei determina que os centros de saúde e hospitais com serviços de ginecologia devem ter consultas de planeamento familiar e facilitar o acesso aos jovens, seja qual for a sua área de residência.