23 milhões de crianças nos EUA sem cuidados de saúde
23,7 milhões de crianças norte-americanas não tem acesso regular a cuidados de saúde, de acordo com o Fundo de Saúde das Crianças, citado pela agência Lusa. Segundo o estudo publicado na semana passada, as crianças nestas condições correspondem a 30 por cento do total.
Cerca de nove milhões de crianças não têm seguro de saúde, 11,5 milhões vive sem qualquer tipo de cobertura médica e 3,2 milhões que não têm acesso a consultas médicas por falta de transporte fiável.
«Mais crianças do que nunca têm dificuldades em obter os cuidados médicos de que precisam e não é apenas uma questão de seguro», afirmou Irwin Redlener, presidente do Fundo de Saúde das Crianças.
O responsável adianta que a perda da possibilidade de cuidados médicos é muitas vezes gerada pela entrada no desemprego de um dos pais, pela mudança de um progenitor para um emprego que não oferece seguro de saúde ou por este ter um salário não inferior ao fixado para entrar no Medicaid (sistema governamental de cuidados de saúde para os pobres) mas não o suficiente para pagarem um seguro privado de saúde.
«Crianças com problemas de saúde negligenciados terão problemas na escola e poderão vir a ser bem menos produtivas do que poderiam ser», acrescenta Redlener.
Cerca de nove milhões de crianças não têm seguro de saúde, 11,5 milhões vive sem qualquer tipo de cobertura médica e 3,2 milhões que não têm acesso a consultas médicas por falta de transporte fiável.
«Mais crianças do que nunca têm dificuldades em obter os cuidados médicos de que precisam e não é apenas uma questão de seguro», afirmou Irwin Redlener, presidente do Fundo de Saúde das Crianças.
O responsável adianta que a perda da possibilidade de cuidados médicos é muitas vezes gerada pela entrada no desemprego de um dos pais, pela mudança de um progenitor para um emprego que não oferece seguro de saúde ou por este ter um salário não inferior ao fixado para entrar no Medicaid (sistema governamental de cuidados de saúde para os pobres) mas não o suficiente para pagarem um seguro privado de saúde.
«Crianças com problemas de saúde negligenciados terão problemas na escola e poderão vir a ser bem menos produtivas do que poderiam ser», acrescenta Redlener.