População exige manutenção das urgências
Milhares de pessoas manifestaram-se, sábado, frente à Câmara de Peniche, contra o encerramento da urgência básica do Hospital S. Gonçalo Telmo, em oposição à proposta da comissão de peritos que estudou a reestruturação das urgências hospitalares. Hoje, quinta-feira, uma comissão criada pela Assembleia Municipal vai falar com o ministro da Saúde para apresentar os seus argumentos a favor da continuidade daquele serviço.
No protesto, o presidente da Câmara, António José Correia, disse que além da «unanimidade» local, Peniche conta com o apoio do presidente do Conselho de Administração do hospital, que está a contribuir para a elaboração de um estudo sobre as questões da saúde no concelho, e com a Associação de Municípios do Oeste.
«Além de Peniche também o Oeste precisa desta urgência e o Centro Hospitalar das Caldas da Rainha (para onde serão encaminhados os doentes) também já reconheceu que não quer receber mais gente», disse o autarca.
Relembrando que a proposta dos peritos que estão a estudar a nova rede de urgências, que propõem no seu relatório final o encerramento de 15 urgências hospitalares, tendo acrescentado a do hospital de Peniche à lista dos serviços a fechar, o autarca, eleito pela CDU, disse que neste caso o assunto não esteve em discussão pública.
A primeira proposta do grupo de peritos - que esteve em discussão pública durante os meses de Outubro e Novembro de 2006 - propunha o encerramento de 14 urgências hospitalares excluindo a de Peniche tendo em conta as suas características de pólo turístico.
Mostrando-se confiante numa decisão política favorável, António José Correia disse que, apesar disso, «o presidente da Câmara não assinará nenhum protocolo sem o apoio da autarquia nem da Assembleia Municipal» no que foi bastante aplaudido pela população.
Utentes em luta
Também na Chamusca existem motivos para lutar. Depois de amanhã, sábado, irá realizar-se uma manifestação contra a redução do horário de centro de saúde local que, devido à falta de médicos, reduziu o número de horas de atendimento.
No mesmo dia, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo vai realizar uma iniciativa pública de sensibilização e esclarecimento com o objectivo do «reforço do número de médicos nos centros e extensões de saúde» e a «reorganização do Centro Hospitalar e respectiva urgência».
Sexta-feira, no Seixal, as comissões de utentes da saúde vão realizar um protesto contra o encerramento dos centros de atendimento permanente (SAP’s) de Amora e Corroios.
No protesto, o presidente da Câmara, António José Correia, disse que além da «unanimidade» local, Peniche conta com o apoio do presidente do Conselho de Administração do hospital, que está a contribuir para a elaboração de um estudo sobre as questões da saúde no concelho, e com a Associação de Municípios do Oeste.
«Além de Peniche também o Oeste precisa desta urgência e o Centro Hospitalar das Caldas da Rainha (para onde serão encaminhados os doentes) também já reconheceu que não quer receber mais gente», disse o autarca.
Relembrando que a proposta dos peritos que estão a estudar a nova rede de urgências, que propõem no seu relatório final o encerramento de 15 urgências hospitalares, tendo acrescentado a do hospital de Peniche à lista dos serviços a fechar, o autarca, eleito pela CDU, disse que neste caso o assunto não esteve em discussão pública.
A primeira proposta do grupo de peritos - que esteve em discussão pública durante os meses de Outubro e Novembro de 2006 - propunha o encerramento de 14 urgências hospitalares excluindo a de Peniche tendo em conta as suas características de pólo turístico.
Mostrando-se confiante numa decisão política favorável, António José Correia disse que, apesar disso, «o presidente da Câmara não assinará nenhum protocolo sem o apoio da autarquia nem da Assembleia Municipal» no que foi bastante aplaudido pela população.
Utentes em luta
Também na Chamusca existem motivos para lutar. Depois de amanhã, sábado, irá realizar-se uma manifestação contra a redução do horário de centro de saúde local que, devido à falta de médicos, reduziu o número de horas de atendimento.
No mesmo dia, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo vai realizar uma iniciativa pública de sensibilização e esclarecimento com o objectivo do «reforço do número de médicos nos centros e extensões de saúde» e a «reorganização do Centro Hospitalar e respectiva urgência».
Sexta-feira, no Seixal, as comissões de utentes da saúde vão realizar um protesto contra o encerramento dos centros de atendimento permanente (SAP’s) de Amora e Corroios.