Fronteira da morte
No ano de 2006, mais de 400 mexicanos morreram quando tentavam atravessar a fronteira que separa o seu país dos EUA. Aos valores contabilizados pelas estatísticas oficiais devem juntar-se as vítimas cujos corpos nunca são encontrados ou que são sepultados sem identificação após sucumbirem a dias de travessia nos desertos norte-americanos.
Segundo denunciou publicamente Edmundo Ramírez Martínez, deputado do Partido Revolucionário Institucional (PRI) no parlamento mexicano, a esta «lista negra» acresce o recrudescimento das políticas repressivas por parte dos EUA contra os fluxos migratórios provenientes do México, entre as quais a construção de um muro electrificado com centenas de quilómetros de extensão ao longo da fronteira, e os cortes anunciados pelo novo presidente, Filipe Calderón, em programas direccionados a sectores da população mais vulneráveis.
Camponeses sem terra e operários desempregados são os que mais arriscam o «salto» para os EUA, mas nem sempre encontram o sonho prometido. Mais de 30 mil mexicanos estão detidos em prisões federais norte-americanas.
Segundo denunciou publicamente Edmundo Ramírez Martínez, deputado do Partido Revolucionário Institucional (PRI) no parlamento mexicano, a esta «lista negra» acresce o recrudescimento das políticas repressivas por parte dos EUA contra os fluxos migratórios provenientes do México, entre as quais a construção de um muro electrificado com centenas de quilómetros de extensão ao longo da fronteira, e os cortes anunciados pelo novo presidente, Filipe Calderón, em programas direccionados a sectores da população mais vulneráveis.
Camponeses sem terra e operários desempregados são os que mais arriscam o «salto» para os EUA, mas nem sempre encontram o sonho prometido. Mais de 30 mil mexicanos estão detidos em prisões federais norte-americanas.