José Dias Coelho
O pintor, desenhador, escultor e poeta José Dias Coelho foi assassinado pela Pide há 45 anos, em Lisboa, com um tiro à queima-roupa. A data é assinalada hoje com um suplemento dedicado não só ao artista mas também ao dirigente do PCP – duas faces inseparáveis de um mesmo homem – com textos de Margarida Tengarrinha, a artista com quem partilhou a vida, inclusive na clandestinidade; e José Cardoso Pires, um dos mais importantes escritores portugueses contemporâneos e seu amigo pessoal.
Na próxima terça-feira, dia 19, às 18 horas, o PCP promove uma concentração no local do assassinato, na Rua José Dias Coelho, 30, junto ao Largo do Calvário, com a intervenção de Jerónimo de Sousa. Às 19 horas, será apresentada a nova edição do livro «A Resistência em Portugal», da autoria de José Dias Coelho, na Junta de Freguesia de Alcântara, na Rua dos Lusíadas. No local, será inaugurada uma exposição com o título «José Dias Coelho, artista militante e militante revolucionário».
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