Mais aumentos
Fruto de uma política errada que o Governo teima em prosseguir, cujos os efeitos negativos se têm vindo a sentir junto dos portugueses de menos recursos financeiros e económicos, os aumentos de bens e produtos não param de acontecer em valores muito acima dos valores previstos para a inflação (3,1 por cento) e das propostas de aumentos salariais (1,5 por cento), contribuindo decisivamente para a perda do poder de compra por parte da grande maioria dos portugueses.
A electricidade vai aumentar em valores acima dos seis por cento, os transportes públicos aumentam em valores da ordem dos 2,3 por cento, as portagens nas pontes e auto-estradas sofrem um acréscimo de mais de três por cento, na saúde, para além do aumento das taxas moderadoras em mais de 2,3 por cento, serão aumentados os internamentos e os tratamentos ambulatórios. Outros há que acontecem diariamente, nomeadamente na área alimentar.
«Esta situação de constantes e significativos aumentos coloca a muitos milhares de portugueses um dilema gravíssimo que é o de ter de fazer opções entre o comprar produtos essenciais para a sua sobrevivência enquanto seres humanos ou adquirir bens ou serviços não menos necessários nem menos importantes, com consequências ainda no aumento do endividamento das famílias», alerta, em nota de imprensa, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos.
A electricidade vai aumentar em valores acima dos seis por cento, os transportes públicos aumentam em valores da ordem dos 2,3 por cento, as portagens nas pontes e auto-estradas sofrem um acréscimo de mais de três por cento, na saúde, para além do aumento das taxas moderadoras em mais de 2,3 por cento, serão aumentados os internamentos e os tratamentos ambulatórios. Outros há que acontecem diariamente, nomeadamente na área alimentar.
«Esta situação de constantes e significativos aumentos coloca a muitos milhares de portugueses um dilema gravíssimo que é o de ter de fazer opções entre o comprar produtos essenciais para a sua sobrevivência enquanto seres humanos ou adquirir bens ou serviços não menos necessários nem menos importantes, com consequências ainda no aumento do endividamento das famílias», alerta, em nota de imprensa, o Movimento de Utentes dos Serviços Públicos.