Secundário e superior protestaram ontem
Estudantes do ensino secundário protestaram em todo o País, ontem de manhã, contra os exames nacionais no 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos, os custos do ensino, a privatização de cantinas e bares, as aulas de substituição, o numerus clausus no acesso ao ensino superior, a falta de condições materiais e humanas nas escolas e a inexistência de educação sexual.
No concelho de Oeiras, concentraram-se mais de 500 alunos em frente às escolas de Linda-a-Velha, de Miraflores e Camilo Castelo Branco, em Carnaxide. Em Setúbal, cerca de 600 alunos de quatro escolas desfilaram até ao Governo Civil. No Porto, foram encerradas a cadeado as escolas Aurélia de Sousa, Filipa de Vilhena, Carolina Michaelis e do Cerco e estava prevista uma manifestação na Avenida dos Aliados. Em Queluz, 200 alunos concentraram-se junto à Escola Alberto Neto.
Também ontem de manhã, os estudantes da Faculdade de Belas Artes de Lisboa protestaram contra o mau estado do edifício, ao lado de professores e funcionários. «O edifício não tem condições, porque é antigo e foi-se degradando com as obras do metro. Parte do tecto de algumas salas já caiu. Assim não há condições», afirmou à Lusa Francisco Correia, estudante de Equipamento. Na segunda-feira, uma aluna ficou ferida devido à queda de um vidro.
No concelho de Oeiras, concentraram-se mais de 500 alunos em frente às escolas de Linda-a-Velha, de Miraflores e Camilo Castelo Branco, em Carnaxide. Em Setúbal, cerca de 600 alunos de quatro escolas desfilaram até ao Governo Civil. No Porto, foram encerradas a cadeado as escolas Aurélia de Sousa, Filipa de Vilhena, Carolina Michaelis e do Cerco e estava prevista uma manifestação na Avenida dos Aliados. Em Queluz, 200 alunos concentraram-se junto à Escola Alberto Neto.
Também ontem de manhã, os estudantes da Faculdade de Belas Artes de Lisboa protestaram contra o mau estado do edifício, ao lado de professores e funcionários. «O edifício não tem condições, porque é antigo e foi-se degradando com as obras do metro. Parte do tecto de algumas salas já caiu. Assim não há condições», afirmou à Lusa Francisco Correia, estudante de Equipamento. Na segunda-feira, uma aluna ficou ferida devido à queda de um vidro.