VILA REAL
PT quer encerrar loja
A Comissão Concelhia de Vila Real do PCP opõe-se firmemente à intenção da Portugal Telecom (PT) de encerrar a loja sita nas Galerias Novabila, em Vila Real, e apoia as posições assumidas pela Comissão de Trabalhadores da empresa e pela Associação Comercial e Industrial de Vila Real relativamente ao problema.
Para o PCP, este encerramento, a concretizar-se, iria prejudicar gravemente os vila-realenses: não só obrigaria os utentes da PT a deslocarem-se ao Centro Comercial localizado na outra margem do Rio Corgo, para tratar de qualquer assunto referente à empresa, como contribuiria para agravar a desertificação do Centro Histórico da cidade, tudo em benefício seu e das grandes superfícies comerciais.
Aliás, como o PCP por diversas vezes alertou, a privatização da PT (99,99%), tem levado a uma gestão que visa apenas aumentar os lucros dos grupos económicos que a controlam, «sem qualquer preocupação» relativamente à qualidade dos serviços prestados, dos direitos e estabilidade profissional dos seus trabalhadores. O encerramento de lojas e serviços, a pretexto das reestruturações realizadas, traduz-se já hoje em milhares de postos de trabalho eliminados, denuncia o PCP, que alerta ainda para o facto de a PT pretender despedir, até 2008, mais 2500 trabalhadores, através da suspensão de contratos de trabalho e de pré-reformas ou rescisões por mútuo acordo.
Para o PCP, este encerramento, a concretizar-se, iria prejudicar gravemente os vila-realenses: não só obrigaria os utentes da PT a deslocarem-se ao Centro Comercial localizado na outra margem do Rio Corgo, para tratar de qualquer assunto referente à empresa, como contribuiria para agravar a desertificação do Centro Histórico da cidade, tudo em benefício seu e das grandes superfícies comerciais.
Aliás, como o PCP por diversas vezes alertou, a privatização da PT (99,99%), tem levado a uma gestão que visa apenas aumentar os lucros dos grupos económicos que a controlam, «sem qualquer preocupação» relativamente à qualidade dos serviços prestados, dos direitos e estabilidade profissional dos seus trabalhadores. O encerramento de lojas e serviços, a pretexto das reestruturações realizadas, traduz-se já hoje em milhares de postos de trabalho eliminados, denuncia o PCP, que alerta ainda para o facto de a PT pretender despedir, até 2008, mais 2500 trabalhadores, através da suspensão de contratos de trabalho e de pré-reformas ou rescisões por mútuo acordo.