Vamos viver a Festa sonhada
SUPLEMENTO FESTA DO AVANTE!
Há 30 anos, centenas de milhares de pessoas encheram a FIL concretizando o sonho de fazer em Portugal a Festa do povo, da liberdade, de Abril que se quer cumprido, da audácia de conquistar o amanhã.
A obra colectiva então iniciada cresceu e afirmou-se no panorama político-cultural nacional como «a maior, a mais extraordinária, a mais fraternal e humana jamais realizada no nosso País», como afirmou Álvaro Cunhal no comício de encerramento da primeira Festa do Avante!, em 1976.
Hoje como ontem, a Festa que amanhã abre as portas é a Festa da solidariedade e da esperança. É a Festa erguida a pulso de centenas de milhares de horas de trabalho voluntário de militantes e amigos do PCP, e só desta forma abnegada e generosa, tão própria dos trabalhadores, do seu Partido e do seu ideal de classe, é possível passar do ambição à realidade.
Cada jornada de trabalho na Quinta da Atalaia é ainda a vontade de construir o futuro, por isso, lado a lado se juntam operários e intelectuais, gente de muitas profissões, homens, mulheres e jovens em tarefas simples ou que exigem ofícios e saberes.
No fim-de-semana passado a Festa encheu-se de novo e a determinação colectiva ergueu ferros, cordas e cabos, placas de madeira pintada e lonas esticadas por mãos alegres ao saberem que já pouco falta. Os últimos retoques ficam para as horas que antecedem a Festa.
Amanhã, às 19 horas, quando o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, discursar na abertura oficial da trigésima Festa do Avante!, os que como ele a ajudaram a construir lá estarão para a saudar, enquanto muitos outros, muitos milhares se precipitam animados pela certeza de que durante três dias vão viver a Festa sonhada.
A obra colectiva então iniciada cresceu e afirmou-se no panorama político-cultural nacional como «a maior, a mais extraordinária, a mais fraternal e humana jamais realizada no nosso País», como afirmou Álvaro Cunhal no comício de encerramento da primeira Festa do Avante!, em 1976.
Hoje como ontem, a Festa que amanhã abre as portas é a Festa da solidariedade e da esperança. É a Festa erguida a pulso de centenas de milhares de horas de trabalho voluntário de militantes e amigos do PCP, e só desta forma abnegada e generosa, tão própria dos trabalhadores, do seu Partido e do seu ideal de classe, é possível passar do ambição à realidade.
Cada jornada de trabalho na Quinta da Atalaia é ainda a vontade de construir o futuro, por isso, lado a lado se juntam operários e intelectuais, gente de muitas profissões, homens, mulheres e jovens em tarefas simples ou que exigem ofícios e saberes.
No fim-de-semana passado a Festa encheu-se de novo e a determinação colectiva ergueu ferros, cordas e cabos, placas de madeira pintada e lonas esticadas por mãos alegres ao saberem que já pouco falta. Os últimos retoques ficam para as horas que antecedem a Festa.
Amanhã, às 19 horas, quando o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, discursar na abertura oficial da trigésima Festa do Avante!, os que como ele a ajudaram a construir lá estarão para a saudar, enquanto muitos outros, muitos milhares se precipitam animados pela certeza de que durante três dias vão viver a Festa sonhada.