Soldados e ladrões

Segundo informações divulgadas pelo próprio ministro iraquiano da Saúde, Alí al-Shemri, os militares norte-americanos que tomaram de assalto as instalações do gabinete governamental roubaram o dinheiro destinado a pagar os salários dos funcionários estatais da saúde, os quais já realizaram uma manifestação de protesto pelo sucedido.
Paralelamente, os soldados deixaram o edifício parcialmente destruído e prenderam os sentinelas de serviço acusando-os de colaborarem com grupos extremistas, situação que no quadro da ocupação do Iraque não é nova, tendo já ocorrido com outras instituições e dependências do executivo fantoche de Bagdad.
Ainda na capital do Iraque, dois soldados dos EUA morreram, sábado, na sequência da explosão de um engenho explosivo. Em Mossul, o governador provincial escapou por pouco a uma acção reivindicada pela resistência iraquiana. No Norte e Oeste do país prossegue a campanha militar «Juntos em Frente» levada a cabo por dezenas de unidades militares norte-americanas e iraquianas. Não obstante, os resultados da operação lançada com o objectivo de «esmagar» a resistência não tem tido sucesso e os confrontos entre ocupantes e guerrilheiros mantém-se acesos. Em três anos morreram mais de 2600 soldados norte-americanos no Iraque e cerca de 18 mil ficaram mutilados.


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