Concretizar as decisões do Congresso
«Luta contra a precariedade. Emprego com direitos» é o lema da nova campanha da JCP. A Direcção Nacional dá prioridade à implementação das decisões aprovadas no Congresso.
A luta é cada vez mais decisiva para a defesa dos direitos
A Direcção Nacional da JCP aponta como prioridade a concretização das conclusões do seu 8.º Congresso, realizado em Maio, em Gaia. Reunida recentemente, a DN considera que «as decisões tomadas são um elemento valioso» para o trabalho da JCP nos próximos anos e salienta que «o intenso debate que o antecedeu permitiu aprofundar o conhecimento sobre os problemas da juventude e reforçar a organização». Com a aplicação das decisões, procura-se «elevar a luta das massas juvenis contra as políticas de direita do Governo PS».
Na mesma reunião, a JCP decidiu lançar uma campanha nacional dirigida aos jovens trabalhadores, com o lema «Luta contra a precariedade. Emprego com direitos». Porque, «a luta dos trabalhadores é cada vez mais decisiva para a defesa dos seus interesses, direitos e condições de vida». Ao mesmo tempo os jovens comunistas continuarão a fazer folhetos específicos por empresa e por sector, denunciando injustiças laborais nos locais de trabalho e reivindicando direitos.
Entre as lutas dos jovens, destaca-se a dos estudantes do ensino secundário contra os exames nacionais e dos do ensino superior contra a implementação do Processo de Bolonha. A JCP salienta ainda a contestação contra a precariedade laboral, o Código do Trabalho, os baixos salários e o desemprego, na defesa da contratação colectiva, bem como as lutas contra as políticas de privatização e destruição das funções sociais do Estado, da segurança social à educação (com o encerramento de mais de 1500 escolas) passando pela saúde (com o encerramento de maternidades).
«Os trabalhadores confrontam-se com condições de trabalho e de vida difíceis, que estão a ser agravadas pela acção do grande capital e do Governo», considera a DN, dando como exemplo o agravamento da exploração e das injustiças sociais, a tentativa de liquidação da contratação colectiva e eliminação de direitos consagrados, o aumento do custo de vida e a limitação dos salários, as privatizações e o ataque aos serviços públicos, o aumento dos preços e o elevado desemprego.
«O Governo em vez de tomar medidas para diminuir o desemprego, para cobrar os 3400 milhões de euros de dívida do patronato à segurança social e para impedir os despedimentos arbitrários, prefere penalizar os trabalhadores anunciando a diminuição das pensões de reforma e dos subsídios e o aumento da idade de reforma e dos encargos dos trabalhadores», considera a JCP.
Acampamentos de Verão
Os acampamentos de Verão da JCP estão já a decorrer, dinamizados pelas organizações regionais. Por todo o País, centenas de jovens ajudam a construir espaços de luta, convívio e cultura. Este ano, foram marcados acampamentos regionais em 13 regiões, reflectindo a dimensão nacional e singular desta iniciativa. Qualquer jovem pode participar.
O acampamento regional do Algarve realiza-se em Alcoutim, de 28 a 30 de Julho. Está previsto cinema ao ar livre, canoagem, um peddy-paper radical e um debate com o deputado Miguel Tiago sobre a desertificação do interior algarvio, os problemas específicos das populações e a importância da construção da ponte internacional entre Alcoutim e San Lucar.
Na mesma reunião, a JCP decidiu lançar uma campanha nacional dirigida aos jovens trabalhadores, com o lema «Luta contra a precariedade. Emprego com direitos». Porque, «a luta dos trabalhadores é cada vez mais decisiva para a defesa dos seus interesses, direitos e condições de vida». Ao mesmo tempo os jovens comunistas continuarão a fazer folhetos específicos por empresa e por sector, denunciando injustiças laborais nos locais de trabalho e reivindicando direitos.
Entre as lutas dos jovens, destaca-se a dos estudantes do ensino secundário contra os exames nacionais e dos do ensino superior contra a implementação do Processo de Bolonha. A JCP salienta ainda a contestação contra a precariedade laboral, o Código do Trabalho, os baixos salários e o desemprego, na defesa da contratação colectiva, bem como as lutas contra as políticas de privatização e destruição das funções sociais do Estado, da segurança social à educação (com o encerramento de mais de 1500 escolas) passando pela saúde (com o encerramento de maternidades).
«Os trabalhadores confrontam-se com condições de trabalho e de vida difíceis, que estão a ser agravadas pela acção do grande capital e do Governo», considera a DN, dando como exemplo o agravamento da exploração e das injustiças sociais, a tentativa de liquidação da contratação colectiva e eliminação de direitos consagrados, o aumento do custo de vida e a limitação dos salários, as privatizações e o ataque aos serviços públicos, o aumento dos preços e o elevado desemprego.
«O Governo em vez de tomar medidas para diminuir o desemprego, para cobrar os 3400 milhões de euros de dívida do patronato à segurança social e para impedir os despedimentos arbitrários, prefere penalizar os trabalhadores anunciando a diminuição das pensões de reforma e dos subsídios e o aumento da idade de reforma e dos encargos dos trabalhadores», considera a JCP.
Acampamentos de Verão
Os acampamentos de Verão da JCP estão já a decorrer, dinamizados pelas organizações regionais. Por todo o País, centenas de jovens ajudam a construir espaços de luta, convívio e cultura. Este ano, foram marcados acampamentos regionais em 13 regiões, reflectindo a dimensão nacional e singular desta iniciativa. Qualquer jovem pode participar.
O acampamento regional do Algarve realiza-se em Alcoutim, de 28 a 30 de Julho. Está previsto cinema ao ar livre, canoagem, um peddy-paper radical e um debate com o deputado Miguel Tiago sobre a desertificação do interior algarvio, os problemas específicos das populações e a importância da construção da ponte internacional entre Alcoutim e San Lucar.