Oficiais reclamam salários e carreiras
A Associação de Oficiais das Forças Armadas(AOFA) realizou, na passada quarta-feira, em Almada, um encontro onde reclamou do Governo medidas efectivas que ponham cobro à estagnação de carreiras, aos atrasos nos pagamentos das comparticipações para assistência na doença e à desigualdade salarial.
A Associação denunciou que nos três ramos das Forças Armadas existem casos de oficiais cujo salário não corresponde à patente envergada, e que o tempo médio de progressão nas carreiras chega a ser de 14 anos.
A AOFA reclama ainda o pagamento por parte da ONU e do Ministério dos Negócios Estrangeiros da dívida em relação às missões efectuadas no estrangeiro, que ascende já a um valor próximo dos 60 milhões de euros.
A Associação denunciou que nos três ramos das Forças Armadas existem casos de oficiais cujo salário não corresponde à patente envergada, e que o tempo médio de progressão nas carreiras chega a ser de 14 anos.
A AOFA reclama ainda o pagamento por parte da ONU e do Ministério dos Negócios Estrangeiros da dívida em relação às missões efectuadas no estrangeiro, que ascende já a um valor próximo dos 60 milhões de euros.