Morreu Mário Ventura Henriques
Mário Ventura Henriques faleceu sexta-feira aos 70 anos de idade. Foi o «pai» do Festróia, hoje Festival Internacional de Cinema de Setúbal, uma figura de grande importância para a cultura portuguesa no domínio das artes, como romancista e jornalista.
Nascido em Lisboa em 1939, Mário Ventura Henriques estreou-se na ficção em 1963 com «A Noite da Vergonha», primeiro livro de uma obra que somou cerca de dezena e meia de títulos em vários estilos, do romance ao conto, do memorialismo à narrativa.
O último romance a ser lançado foi «O Reino Encantado», publicado em 2005 e que tem por base um caso verídico: um movimento sebastianista no Brasil de Oitocentos. No mesmo ano, a editora Casa das Letras reeditou «Vida e Morte dos Santiagos» para assinalar os 20 anos da obra.
Como jornalista, Mário Ventura Henriques passou pelo Diário Popular e Diário de Notícias, pertenceu ao conselho de redacção da revista Seara Nova, foi director do semanário Extra e chefiou a agência noticiosa Europa Press.
Nascido em Lisboa em 1939, Mário Ventura Henriques estreou-se na ficção em 1963 com «A Noite da Vergonha», primeiro livro de uma obra que somou cerca de dezena e meia de títulos em vários estilos, do romance ao conto, do memorialismo à narrativa.
O último romance a ser lançado foi «O Reino Encantado», publicado em 2005 e que tem por base um caso verídico: um movimento sebastianista no Brasil de Oitocentos. No mesmo ano, a editora Casa das Letras reeditou «Vida e Morte dos Santiagos» para assinalar os 20 anos da obra.
Como jornalista, Mário Ventura Henriques passou pelo Diário Popular e Diário de Notícias, pertenceu ao conselho de redacção da revista Seara Nova, foi director do semanário Extra e chefiou a agência noticiosa Europa Press.