«Dar voz à luta dos reformados»
Sob o lema «Envelhecer com direitos», «Dar voz à luta dos reformados» e «O MURPI quer ser parceiro social», realizou-se, sábado, no Cine-Teatro São João de Palmela, o 5.º Congresso da Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos.
A alteração das regras de atribuição do complemento solidário foi uma das reivindicações expostas. «O complemento solidário só garante uma reforma de 300 euros aos reformados com mais de 80 anos quando o mínimo necessário, de acordo com limiar de pobreza definido pelo Eurostat, deveria ser de 350 euros», disse, dias antes, em declarações à comunicação social, a presidente do MURPI, Maria Vilar, que também criticou o excesso de burocracia nas candidaturas.
«Para beneficiarem deste complemento solidário, os idosos têm de permitir a devassa das suas contas bancárias e são obrigados a assinar um documento que poderá penalizar os filhos, pelo que muitos abdicam de formalizar a candidatura», acrescentou Maria Vilar.
Para corrigir a actual situação, a presidente do MURPI defende uma «menor exigência de documentos» e um processo de candidatura ao complemento solidário que seja idêntico ao da atribuição do Rendimento de Inserção Social.
No congresso, a Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos, que integra cerca de 200 associações em representação de dois milhões de idosos, alertou-se ainda para a degradação das condições de vida de uma grande parte dos portugueses.
A alteração das regras de atribuição do complemento solidário foi uma das reivindicações expostas. «O complemento solidário só garante uma reforma de 300 euros aos reformados com mais de 80 anos quando o mínimo necessário, de acordo com limiar de pobreza definido pelo Eurostat, deveria ser de 350 euros», disse, dias antes, em declarações à comunicação social, a presidente do MURPI, Maria Vilar, que também criticou o excesso de burocracia nas candidaturas.
«Para beneficiarem deste complemento solidário, os idosos têm de permitir a devassa das suas contas bancárias e são obrigados a assinar um documento que poderá penalizar os filhos, pelo que muitos abdicam de formalizar a candidatura», acrescentou Maria Vilar.
Para corrigir a actual situação, a presidente do MURPI defende uma «menor exigência de documentos» e um processo de candidatura ao complemento solidário que seja idêntico ao da atribuição do Rendimento de Inserção Social.
No congresso, a Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos, que integra cerca de 200 associações em representação de dois milhões de idosos, alertou-se ainda para a degradação das condições de vida de uma grande parte dos portugueses.