OLHEMOS PARA ESTE CONGRESSO
«É significativo o facto de, pela primeira vez, a JCP reunir o seu Congresso no Norte do País»
«Transformar o Sonho em Vida»: eis o lema do 8º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa – um lema que afirma a firme determinação dos jovens comunistas de hoje de lutar para dar vida aos sonhos de liberdade, de justiça social, de solidariedade, de fraternidade, de camaradagem, de amizade, sonhados por milhares e milhares de jovens ao longo de sucessivas gerações; um lema que, por isso mesmo, é ele próprio uma expressão da luta que continua e uma certeza na luta que continuará, tendo no horizonte a construção de uma sociedade liberta de todas as formas de opressão e de exploração, a sociedade socialista e comunista.
Olhemos para este Congresso: para os dois dias em que, no próximo fim-de-semana, vai decorrer, e, desde já, para os nove meses que durou todo o seu processo preparatório. Na análise desse processo encontraremos a explicação para a certeza, hoje já, do êxito do Congresso que se vai realizar dentro de dois dias. Sem malabarismos ou golpes de mágica – artes nas quais não somos nem queremos ser especialistas - mas tão-somente porque nesse processo preparatório encontraremos a singularidade desta organização juvenil - a JCP, a organização revolucionária da juventude portuguesa; os seus traços distintivos em relação a qualquer outra organização de jovens, e dos quais emergem, como fontes de força essenciais, o objectivo transformador da sua luta e a participação militante, a militância entendida como uma forma de estar na vida.
Em 22 de Agosto de 2005 - significativamente depois de uma jornada de trabalho na construção da Festa do Avante! - a Direcção Nacional da JCP marcou o seu 8º Congresso. De então para cá, desenvolveu-se essa longa jornada de trabalho que foi todo o processo preparatório – um processo que seguiu a par e passo, e numa estreita ligação e complementaridade, com a intervenção social e política entretanto desenvolvida pelos jovens comunistas portugueses.
A elaboração do Projecto de Resolução Política a apresentar ao Congresso, em si mesma uma tarefa colectiva - e a que se seguiu um amplo debate interno do qual resultaram centenas de contributos que enriqueceriam consideravelmente o projecto inicial - foi acompanhada de intensa actividade em múltiplas frentes de luta: a intervenção em torno dos problemas, anseios, reivindicações e aspirações dos jovens portugueses, com a organização e a participação nas lutas do ensino secundário, do superior e da juventude trabalhadora; a participação entusiástica e dinâmica nas campanhas eleitorais entretanto realizadas; a organização de múltiplas iniciativas desportivas e musicais, inseridas na preparação do Congresso e, nesse mesmo âmbito, a pintura de dezenas de murais por todo o País – e, para além de tudo isso, o desenvolvimento de um notável esforço visando reforçar a organização, criar e fortalecer colectivos, recrutar novos militantes – oitocentos e cinquenta desde Setembro até agora, não incluindo os que aderiram no decorrer da Festa do Avante! de 2005 – e levando por diante uma campanha de fundos com o objectivo de fazer face aos custos da organização do Congresso.
Quer isto dizer que o 8º Congresso da JCP foi precedido de um intenso trabalho militante, desdobrado em diversificadas frentes e assente na preocupação maior de trazer à participação no debate e à contribuição nas inúmeras tarefas preparatórias, o maior número possível de jovens militantes. Um processo bem revelador de um funcionamento colectivo e democrático só possível de encontrar em quem tem como suporte da sua intervenção os valores que integram o ideal comunista. E se juntarmos a tudo isto o facto, igualmente significativo, de, pela primeira vez na sua história, a JCP reunir o seu Congresso no Norte do País – em Vila Nova de Gaia – fica sobejamente explicada a certeza acima enunciada do êxito garantido do Congresso.
Essa certeza, feita de convicção e confiança, está bem patente – e neste caso com um conhecimento feito de experiências concretas no processo de construção do 8º Congresso - nas declarações prestadas ao Avante! por três dirigentes da JCP – Vasco Cardoso, Débora Santos e Valter Ferreira.
A confiança transbordante visível em todos eles assenta numa sólida consciência política, militante, revolucionária, que marca a diferença entre a JCP e qualquer outra organização juvenil nacional. Quando, por exemplo, o camarada Vasco Cardoso nos diz que «o Congresso já valeu por tudo aquilo que decorreu nos nove meses de preparação» e que «vai ser um momento de afirmação política e ideológica, mas também um momento de grande alegria e confraternização» - essa é uma afirmação só aplicável ao Congresso da JCP. E de nenhuma outra organização juvenil era possível alguém dizer o que nos diz o camarada Valter Ferreira sobre o significado da sua militância: «é estar na luta por um objectivo comum, transformar a sociedade. Ajuda-nos a crescer enquanto pessoas. Estarmos a dar um contributo para uma causa comum é muito importante para a nossa construção enquanto seres humanos». E são igualmente de aplicação exclusiva à JCP, as palavras da camarada Débora Santos quando nos fala de «estar na vanguarda da luta, estar com os jovens nos seus problemas concretos e consciencializá-los, dar a conhecer o que defendemos».
É isto a JCP: parte integrante do colectivo de protagonistas de um processo nascido há oitenta e cinco anos e que, por força do ideal libertador e transformador que lhe dá força, se mantém, hoje, tão jovem, actual e moderno como quando nasceu.
Olhemos para este Congresso: para os dois dias em que, no próximo fim-de-semana, vai decorrer, e, desde já, para os nove meses que durou todo o seu processo preparatório. Na análise desse processo encontraremos a explicação para a certeza, hoje já, do êxito do Congresso que se vai realizar dentro de dois dias. Sem malabarismos ou golpes de mágica – artes nas quais não somos nem queremos ser especialistas - mas tão-somente porque nesse processo preparatório encontraremos a singularidade desta organização juvenil - a JCP, a organização revolucionária da juventude portuguesa; os seus traços distintivos em relação a qualquer outra organização de jovens, e dos quais emergem, como fontes de força essenciais, o objectivo transformador da sua luta e a participação militante, a militância entendida como uma forma de estar na vida.
Em 22 de Agosto de 2005 - significativamente depois de uma jornada de trabalho na construção da Festa do Avante! - a Direcção Nacional da JCP marcou o seu 8º Congresso. De então para cá, desenvolveu-se essa longa jornada de trabalho que foi todo o processo preparatório – um processo que seguiu a par e passo, e numa estreita ligação e complementaridade, com a intervenção social e política entretanto desenvolvida pelos jovens comunistas portugueses.
A elaboração do Projecto de Resolução Política a apresentar ao Congresso, em si mesma uma tarefa colectiva - e a que se seguiu um amplo debate interno do qual resultaram centenas de contributos que enriqueceriam consideravelmente o projecto inicial - foi acompanhada de intensa actividade em múltiplas frentes de luta: a intervenção em torno dos problemas, anseios, reivindicações e aspirações dos jovens portugueses, com a organização e a participação nas lutas do ensino secundário, do superior e da juventude trabalhadora; a participação entusiástica e dinâmica nas campanhas eleitorais entretanto realizadas; a organização de múltiplas iniciativas desportivas e musicais, inseridas na preparação do Congresso e, nesse mesmo âmbito, a pintura de dezenas de murais por todo o País – e, para além de tudo isso, o desenvolvimento de um notável esforço visando reforçar a organização, criar e fortalecer colectivos, recrutar novos militantes – oitocentos e cinquenta desde Setembro até agora, não incluindo os que aderiram no decorrer da Festa do Avante! de 2005 – e levando por diante uma campanha de fundos com o objectivo de fazer face aos custos da organização do Congresso.
Quer isto dizer que o 8º Congresso da JCP foi precedido de um intenso trabalho militante, desdobrado em diversificadas frentes e assente na preocupação maior de trazer à participação no debate e à contribuição nas inúmeras tarefas preparatórias, o maior número possível de jovens militantes. Um processo bem revelador de um funcionamento colectivo e democrático só possível de encontrar em quem tem como suporte da sua intervenção os valores que integram o ideal comunista. E se juntarmos a tudo isto o facto, igualmente significativo, de, pela primeira vez na sua história, a JCP reunir o seu Congresso no Norte do País – em Vila Nova de Gaia – fica sobejamente explicada a certeza acima enunciada do êxito garantido do Congresso.
Essa certeza, feita de convicção e confiança, está bem patente – e neste caso com um conhecimento feito de experiências concretas no processo de construção do 8º Congresso - nas declarações prestadas ao Avante! por três dirigentes da JCP – Vasco Cardoso, Débora Santos e Valter Ferreira.
A confiança transbordante visível em todos eles assenta numa sólida consciência política, militante, revolucionária, que marca a diferença entre a JCP e qualquer outra organização juvenil nacional. Quando, por exemplo, o camarada Vasco Cardoso nos diz que «o Congresso já valeu por tudo aquilo que decorreu nos nove meses de preparação» e que «vai ser um momento de afirmação política e ideológica, mas também um momento de grande alegria e confraternização» - essa é uma afirmação só aplicável ao Congresso da JCP. E de nenhuma outra organização juvenil era possível alguém dizer o que nos diz o camarada Valter Ferreira sobre o significado da sua militância: «é estar na luta por um objectivo comum, transformar a sociedade. Ajuda-nos a crescer enquanto pessoas. Estarmos a dar um contributo para uma causa comum é muito importante para a nossa construção enquanto seres humanos». E são igualmente de aplicação exclusiva à JCP, as palavras da camarada Débora Santos quando nos fala de «estar na vanguarda da luta, estar com os jovens nos seus problemas concretos e consciencializá-los, dar a conhecer o que defendemos».
É isto a JCP: parte integrante do colectivo de protagonistas de um processo nascido há oitenta e cinco anos e que, por força do ideal libertador e transformador que lhe dá força, se mantém, hoje, tão jovem, actual e moderno como quando nasceu.