UM PARTIDO MAIS FORTE
«O Partido mexe – e de que maneira! - e, mexendo, reforça-se»
Quem olhe para a Agenda de iniciativas partidárias que o Avante! publica todas as semanas, facilmente constatará a intensa actividade que percorre o colectivo partidário. O Partido mexe. E de que maneira! E, mexendo, reforça-se.
E isso constitui o dado de maior relevância na situação política actual, sabido que é o papel desempenhado pelo PCP na vida política nacional, a sua intervenção singular na luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, no combate à política de direita, na luta por uma ruptura de esquerda que permita iniciar a resolução dos muitos e graves problemas que pesam sobre a imensa maioria dos portugueses.
Como temos vindo a assinalar, e nesta edição do nosso Jornal se sublinha com particular destaque, multiplica-se, por todo o Partido a realização de assembleias das organizações partidárias em todos os âmbitos: distritais, concelhias, de freguesias, de sectores profissionais, de células de empresas.
No continente, como nas regiões autónomas e nas emigrações, o colectivo partidário leva, assim, por diante uma das várias linhas de trabalho aprovadas no XVII Congresso visando o reforço do Partido. Trata-se de realizações de enorme importância enquanto expressão e, ao mesmo tempo, reforço, do funcionamento democrático do Partido, na medida em que elas constituem momentos de amplo debate interno nos quais se procede, colectivamente, quer ao balanço da actividade realizada, quer à análise da situação nacional e local e à definição de orientações e linhas de acção para o futuro imediato, quer, ainda, à eleição dos organismos que hão-de dirigir o trabalho da respectiva organização e a aplicação dessas orientações. Dessas orientações constam, naturalmente, as grandes linhas do movimento geral de reforço da organização partidária - e os factos mostram que com convicção, com confiança, com trabalho, com muito trabalho, «Sim, é possível um PCP mais forte».
Um dado a assinalar na generalidade das assembleias até agora realizadas é o que diz respeito à eleição de quadros jovens para os organismos de direcção. Também neste caso estão a ser levadas à prática orientações definidas colectivamente, concretizando um processo de rejuvenescimento feito à nossa maneira e que, por isso, para além de garante do futuro, poderá, no presente e desde já, abrir caminhos ao desenvolvimento de novas e mais fortes dinâmicas interventivas.
O estilo do Partido está também presente no carácter colectivo dos processos de preparação e realização destas assembleias, com forte estímulo e incentivação à participação do maior número possível de camaradas no debate. E sabe-se que, na participação militante – seja na definição das orientações, seja na aplicação dessas orientações – reside uma das principais fontes de força e de reforço do Partido.
Outro dado que evidencia não apenas a intensificação da actividade partidária mas igualmente as enormes potencialidades do seu desenvolvimento, prende-se com o vastíssimo conjunto de iniciativas – convívios, almoços, jantares, debates, comícios - que têm vindo a ser realizadas por todo o País em torno da comemoração de datas com particular significado, como sejam o 75º aniversário do Avante!, os oitenta e cinco anos do Partido e o 30º aniversário da aprovação da Constituição de Abril. A presença entusiástica de milhares de militantes e amigos do Partido nestas iniciativas, confirma o ambiente de confiança que percorre a organização partidária e a existência de condições para levar por diante, com êxito, as medidas visando o reforço orgânico e interventivo do Partido, condição indispensável para o aumento da sua expressão social, eleitoral e política – e é significativo e relevante que em praticamente todas as iniciativas acima referidas se tenham verificado novas adesões ao Partido e que os jovens constituam uma elevada percentagem dos militantes recém-chegados.
É igualmente num ambiente de entusiasmo e confiança que decorre o processo de preparação do 8º Congresso da JCP, a realizar nos dias 20 e 21 de Maio, em Vila Nova de Gaia. Assumindo-se justamente como «organização revolucionária da juventude portuguesa», a organização dos jovens comunistas constrói o seu Congresso através de um amplo debate – complementado com um vasto conjunto de iniciativas desportivas, políticas, culturais, que têm envolvido milhares de jovens - e com a consciência de que lutar pelos direitos e interesses fundamentais da juventude portuguesa, pela paz e a solidariedade entre os povos, por um país livre e soberano, por uma democracia avançada, - que só o será se participativa e com justiça social - é dar vida ao sonho de gerações e gerações de jovens, que o mesmo é dizer, como diz o lema do Congresso dos jovens comunistas, «Transformar o Sonho em Vida».
Tudo isto mostra que são boas as perspectivas que se apresentam ao nosso grande colectivo partidário para o ano em curso. Isto é, que nos espera muito e muito trabalho, muita e muita perseverança, muita e muita determinação. Mas que outra coisa seria de esperar por parte dos militantes de um Partido como o PCP?
Conhecendo a natureza e a dimensão dos obstáculos que se nos opõem e sabendo as potencialidades de que dispomos, definimos 2006 como ano de reforço do Partido. A realidade confirma o que afirmámos: apesar desses obstáculos é possível avançar, é possível aumentar os efectivos, aumentar a militância, reforçar a ligação aos trabalhadores, fazer crescer a organização partidária e a sua capacidade interventiva – é possível tornar o PCP um partido mais forte.
E isso constitui o dado de maior relevância na situação política actual, sabido que é o papel desempenhado pelo PCP na vida política nacional, a sua intervenção singular na luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País, no combate à política de direita, na luta por uma ruptura de esquerda que permita iniciar a resolução dos muitos e graves problemas que pesam sobre a imensa maioria dos portugueses.
Como temos vindo a assinalar, e nesta edição do nosso Jornal se sublinha com particular destaque, multiplica-se, por todo o Partido a realização de assembleias das organizações partidárias em todos os âmbitos: distritais, concelhias, de freguesias, de sectores profissionais, de células de empresas.
No continente, como nas regiões autónomas e nas emigrações, o colectivo partidário leva, assim, por diante uma das várias linhas de trabalho aprovadas no XVII Congresso visando o reforço do Partido. Trata-se de realizações de enorme importância enquanto expressão e, ao mesmo tempo, reforço, do funcionamento democrático do Partido, na medida em que elas constituem momentos de amplo debate interno nos quais se procede, colectivamente, quer ao balanço da actividade realizada, quer à análise da situação nacional e local e à definição de orientações e linhas de acção para o futuro imediato, quer, ainda, à eleição dos organismos que hão-de dirigir o trabalho da respectiva organização e a aplicação dessas orientações. Dessas orientações constam, naturalmente, as grandes linhas do movimento geral de reforço da organização partidária - e os factos mostram que com convicção, com confiança, com trabalho, com muito trabalho, «Sim, é possível um PCP mais forte».
Um dado a assinalar na generalidade das assembleias até agora realizadas é o que diz respeito à eleição de quadros jovens para os organismos de direcção. Também neste caso estão a ser levadas à prática orientações definidas colectivamente, concretizando um processo de rejuvenescimento feito à nossa maneira e que, por isso, para além de garante do futuro, poderá, no presente e desde já, abrir caminhos ao desenvolvimento de novas e mais fortes dinâmicas interventivas.
O estilo do Partido está também presente no carácter colectivo dos processos de preparação e realização destas assembleias, com forte estímulo e incentivação à participação do maior número possível de camaradas no debate. E sabe-se que, na participação militante – seja na definição das orientações, seja na aplicação dessas orientações – reside uma das principais fontes de força e de reforço do Partido.
Outro dado que evidencia não apenas a intensificação da actividade partidária mas igualmente as enormes potencialidades do seu desenvolvimento, prende-se com o vastíssimo conjunto de iniciativas – convívios, almoços, jantares, debates, comícios - que têm vindo a ser realizadas por todo o País em torno da comemoração de datas com particular significado, como sejam o 75º aniversário do Avante!, os oitenta e cinco anos do Partido e o 30º aniversário da aprovação da Constituição de Abril. A presença entusiástica de milhares de militantes e amigos do Partido nestas iniciativas, confirma o ambiente de confiança que percorre a organização partidária e a existência de condições para levar por diante, com êxito, as medidas visando o reforço orgânico e interventivo do Partido, condição indispensável para o aumento da sua expressão social, eleitoral e política – e é significativo e relevante que em praticamente todas as iniciativas acima referidas se tenham verificado novas adesões ao Partido e que os jovens constituam uma elevada percentagem dos militantes recém-chegados.
É igualmente num ambiente de entusiasmo e confiança que decorre o processo de preparação do 8º Congresso da JCP, a realizar nos dias 20 e 21 de Maio, em Vila Nova de Gaia. Assumindo-se justamente como «organização revolucionária da juventude portuguesa», a organização dos jovens comunistas constrói o seu Congresso através de um amplo debate – complementado com um vasto conjunto de iniciativas desportivas, políticas, culturais, que têm envolvido milhares de jovens - e com a consciência de que lutar pelos direitos e interesses fundamentais da juventude portuguesa, pela paz e a solidariedade entre os povos, por um país livre e soberano, por uma democracia avançada, - que só o será se participativa e com justiça social - é dar vida ao sonho de gerações e gerações de jovens, que o mesmo é dizer, como diz o lema do Congresso dos jovens comunistas, «Transformar o Sonho em Vida».
Tudo isto mostra que são boas as perspectivas que se apresentam ao nosso grande colectivo partidário para o ano em curso. Isto é, que nos espera muito e muito trabalho, muita e muita perseverança, muita e muita determinação. Mas que outra coisa seria de esperar por parte dos militantes de um Partido como o PCP?
Conhecendo a natureza e a dimensão dos obstáculos que se nos opõem e sabendo as potencialidades de que dispomos, definimos 2006 como ano de reforço do Partido. A realidade confirma o que afirmámos: apesar desses obstáculos é possível avançar, é possível aumentar os efectivos, aumentar a militância, reforçar a ligação aos trabalhadores, fazer crescer a organização partidária e a sua capacidade interventiva – é possível tornar o PCP um partido mais forte.