«Na mira do fogo»
A direcção da Associação Sindical da polícia reclamou, na passada semana, do Governo a atribuição de mais meios à PSP, perante o aumento do crime violento.
«A forma de actuação da polícia não está adequada à nova realidade do aumento do crime organizado e do crime violento. Temos que ter capacidades em termos de meios, de equipamentos e de formação para fazer frente a essa nova realidade», afirmou à Lusa o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues.
«Estamos na mira do fogo porque somos nós que afrontamos o crime e não há compensação para os homens que dão a sua vida em prol da segurança dos cidadãos», frisou lembrando os cinco polícias mortos em serviço em 2005.
«Estamos também na mira do fogo porque o Governo retira-nos os direitos mais fundamentais (direito à assistência na doença aos familiares dos polícias) que tinham sido atribuídos há décadas para compensar os fracos rendimentos», sublinhou.
Paulo Rodrigues falava em Peniche no intervalo de um colóquio organizado pela ASPP/PSP que decorreu sob tema geral «Na mira do fogo». No encontro estiveram reunidos 350 agentes de todo o País.
«A forma de actuação da polícia não está adequada à nova realidade do aumento do crime organizado e do crime violento. Temos que ter capacidades em termos de meios, de equipamentos e de formação para fazer frente a essa nova realidade», afirmou à Lusa o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues.
«Estamos na mira do fogo porque somos nós que afrontamos o crime e não há compensação para os homens que dão a sua vida em prol da segurança dos cidadãos», frisou lembrando os cinco polícias mortos em serviço em 2005.
«Estamos também na mira do fogo porque o Governo retira-nos os direitos mais fundamentais (direito à assistência na doença aos familiares dos polícias) que tinham sido atribuídos há décadas para compensar os fracos rendimentos», sublinhou.
Paulo Rodrigues falava em Peniche no intervalo de um colóquio organizado pela ASPP/PSP que decorreu sob tema geral «Na mira do fogo». No encontro estiveram reunidos 350 agentes de todo o País.