Basta de incêndios!
A Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP teme que neste Verão volte a verificar-se uma vaga de incêndios, uma vez que o Governo não apresentou até agora o pacote de medidas que prometeu em Setembro passado. Só há dias acabou por anunciar «com pompa e circunstância» aquilo que, afinal, todos os anos é feito: compra de material, substituição de equipamentos e entrada no terreno de equipas de vigia. Contudo, se eventualmente houver um incêndio que seja a menos que há um ano, cantará vitória ...enquanto a floresta vai ardendo.
A DORC lembra, entretanto, que o PCP apresentou na Assembleia da República um conjunto de propostas, nomeadamente um projecto para a rearborização de áreas ardidas, que foi chumbado pela direita; um Projecto de Resolução que aponta diversas medidas na área da prevenção e combate aos fogos florestais que, apesar de aprovado, continua por regulamentar; e a Lei de Bases da Política Florestal, também aprovada e também por regulamentar.
Aliás, de acordo com a opinião de algumas corporações de bombeiros ouvidas pelo PCP, uma parte das verbas destinadas ao combate de incêndios deveria ser usada na sua prevenção.
O PCP volta, pois, a reiterar a sua opinião de que após os incêndios deve ser feita uma reflorestação que impeça a rápida erosão dos solos e estruture o espaço florestal e elaborados os Planos Regionais de Ordenamento Florestal, impondo-se, também, tirar melhor aproveitamento do investimento realizado no Centro de Biomassa de Miranda do Corvo, designadamente no que se refere à investigação.
Por outro lado, o PCP alerta para a desmotivação económica que se está a gerar nos proprietários de zonas ardidas e da floresta, devido à enorme burocracia existente na apresentação de projectos.
A DORC lembra, entretanto, que o PCP apresentou na Assembleia da República um conjunto de propostas, nomeadamente um projecto para a rearborização de áreas ardidas, que foi chumbado pela direita; um Projecto de Resolução que aponta diversas medidas na área da prevenção e combate aos fogos florestais que, apesar de aprovado, continua por regulamentar; e a Lei de Bases da Política Florestal, também aprovada e também por regulamentar.
Aliás, de acordo com a opinião de algumas corporações de bombeiros ouvidas pelo PCP, uma parte das verbas destinadas ao combate de incêndios deveria ser usada na sua prevenção.
O PCP volta, pois, a reiterar a sua opinião de que após os incêndios deve ser feita uma reflorestação que impeça a rápida erosão dos solos e estruture o espaço florestal e elaborados os Planos Regionais de Ordenamento Florestal, impondo-se, também, tirar melhor aproveitamento do investimento realizado no Centro de Biomassa de Miranda do Corvo, designadamente no que se refere à investigação.
Por outro lado, o PCP alerta para a desmotivação económica que se está a gerar nos proprietários de zonas ardidas e da floresta, devido à enorme burocracia existente na apresentação de projectos.