É possível outra política
A Direcção da Organização Regional de Setúbal do PCP, reunida no dia 31 de Maio, analisou a situação social e política na região, constatando com preocupação que o emprego aumenta de forma acelerada e cada vez mais se degradam os níveis de vida dos trabalhadores e das populações.
De facto, diz o PCP, a política seguida pelo actual Governo PSD/PP em vez de fazer sair Portugal da crise económica em que se encontra arrastou o País para a recessão económica, não se vislumbrando «a luz ao fim do túnel».
Na região, as consequências desta política têm sido desastrosas, nomeadamente ao nível do desemprego. Em Abril deste ano, há já mais de 38.200 inscritos no I.E.F.P., número que se aproxima dos valores registados na década de oitenta. Entretanto, estão «em gestação» mais despedimentos colectivos - ALCOA, SPEL, ADP -, e há da parte do Governo a intenção de extinguir a Gestnave, estando por cumprir os acordos entre o Estado português e a Lisnave. Ou seja, uma grave crise que o Governo reconheceu ao sentir a necessidade de elaborar o Plano de Intervenção da Península de Setúbal (PIPS) que admite que «o desemprego, sendo estrutural, exige uma resposta adequada e centrada nas especificidades locais e regionais, uma vez que são reconhecidas as insuficiências no âmbito de uma economia de mercado, a qual não é capaz, por si só, de dar respostas suficientes.»
O Governo, no entanto, limitando-se ao «Reforço de medidas já implementadas pelo Instituto de Emprego e Formação profissional» e prosseguindo a sua política de destruição e privatização do aparelho produtivo, acaba por ser o «promotor e cúmplice das débeis condições de vida dos trabalhadores e da população» da região de Setúbal. Por outro lado, as actualizações salariais, que não acompanham minimamente os aumentos dos preços dos bens de consumo, contribuem também para uma baixa dos salários reais.
A DORS analisou ainda a nefasta política do Governo noutros sectores, designadamente no ensino, educação e saúde, considerando que «uma outra política é possível, e, por fim, procedeu ao balanço da actividade partidária, que considerou positivo, e apontou as principais linhas de orientação para os próximos meses.
De facto, diz o PCP, a política seguida pelo actual Governo PSD/PP em vez de fazer sair Portugal da crise económica em que se encontra arrastou o País para a recessão económica, não se vislumbrando «a luz ao fim do túnel».
Na região, as consequências desta política têm sido desastrosas, nomeadamente ao nível do desemprego. Em Abril deste ano, há já mais de 38.200 inscritos no I.E.F.P., número que se aproxima dos valores registados na década de oitenta. Entretanto, estão «em gestação» mais despedimentos colectivos - ALCOA, SPEL, ADP -, e há da parte do Governo a intenção de extinguir a Gestnave, estando por cumprir os acordos entre o Estado português e a Lisnave. Ou seja, uma grave crise que o Governo reconheceu ao sentir a necessidade de elaborar o Plano de Intervenção da Península de Setúbal (PIPS) que admite que «o desemprego, sendo estrutural, exige uma resposta adequada e centrada nas especificidades locais e regionais, uma vez que são reconhecidas as insuficiências no âmbito de uma economia de mercado, a qual não é capaz, por si só, de dar respostas suficientes.»
O Governo, no entanto, limitando-se ao «Reforço de medidas já implementadas pelo Instituto de Emprego e Formação profissional» e prosseguindo a sua política de destruição e privatização do aparelho produtivo, acaba por ser o «promotor e cúmplice das débeis condições de vida dos trabalhadores e da população» da região de Setúbal. Por outro lado, as actualizações salariais, que não acompanham minimamente os aumentos dos preços dos bens de consumo, contribuem também para uma baixa dos salários reais.
A DORS analisou ainda a nefasta política do Governo noutros sectores, designadamente no ensino, educação e saúde, considerando que «uma outra política é possível, e, por fim, procedeu ao balanço da actividade partidária, que considerou positivo, e apontou as principais linhas de orientação para os próximos meses.