Quatro meses de paralisia municipal
Após 120 dias de mandato da actual maioria na Câmara Municipal de Lisboa, o PCP, cumprindo o seu compromisso de fazer uma análise pública da situação municipal, deu nota negativa ao Executivo PSD/CDS-PP.
«De facto, na Câmara de Lisboa, este mandato vai em quatro meses e não se descortina - pelo contrário - uma dinâmica inovadora e de arranque por parte da maioria. As célebres mais de 300 medidas prometidas nos últimos dias da campanha eleitoral para os primeiros 180 dias - de que já passaram dois terços - nem sequer passaram do papel na sua esmagadora maioria», acusam os comunistas.
Em conferência de imprensa, realizada na passada quinta-feira, o PCP deu conta que «politicamente e mesmo no essencial dos seus protagonistas» a actual maioria é uma pura continuidade da anterior. «A componente central da equipa de Carmona Rodrigues é no essencial a mesma, designadamente ao nível da presidência e vice-presidência e dos determinantes pelouros das Finanças e, em larga medida, do Urbanismo», denunciam os comunistas, acentuando que «nada justifica a paralisia e a falta de dinamismo em que muitos departamentos estão a viver, infelizmente para a autarquia e para a cidade».
O PCP avançou ainda com as suas propostas para este mandato. «Alteração ao Regimento da CML», «delegação de competências relativas ao Urbanismo, em sede de atribuição de competências ao presidente da CML e posterior integração no pelouro respectivo», «reorganização dos serviços de Saneamento da CML», «extinção da EMARLIS», «solução governamental para os 1400 fogos do IGAPHE/ Lóios e Amendoeiras», «moção sobre Orçamento de Estado/2006», «Escola Secundária D. João de Castro», «Plano de Urbanização para o Vale de Santo António» e «atribuição de sede à Comissão de Moradores do IGAPHE/INH das Amendoeiras, em Marvila», foram algumas das propostas apresentadas.
Em conferência de imprensa, realizada na passada quinta-feira, o PCP deu conta que «politicamente e mesmo no essencial dos seus protagonistas» a actual maioria é uma pura continuidade da anterior. «A componente central da equipa de Carmona Rodrigues é no essencial a mesma, designadamente ao nível da presidência e vice-presidência e dos determinantes pelouros das Finanças e, em larga medida, do Urbanismo», denunciam os comunistas, acentuando que «nada justifica a paralisia e a falta de dinamismo em que muitos departamentos estão a viver, infelizmente para a autarquia e para a cidade».
O PCP avançou ainda com as suas propostas para este mandato. «Alteração ao Regimento da CML», «delegação de competências relativas ao Urbanismo, em sede de atribuição de competências ao presidente da CML e posterior integração no pelouro respectivo», «reorganização dos serviços de Saneamento da CML», «extinção da EMARLIS», «solução governamental para os 1400 fogos do IGAPHE/ Lóios e Amendoeiras», «moção sobre Orçamento de Estado/2006», «Escola Secundária D. João de Castro», «Plano de Urbanização para o Vale de Santo António» e «atribuição de sede à Comissão de Moradores do IGAPHE/INH das Amendoeiras, em Marvila», foram algumas das propostas apresentadas.