APD exige combate à pobreza
A Associação Portuguesa de Deficientes (APD) exigiu, em comunicado de imprensa divulgado no passado sábado, que o Governo tome medidas efectivas no combate à pobreza em que vivem milhares de portugueses.
Num país onde a pobreza persistente atinge já 15 por cento da população – segundo dados do Eurostat citados no documento – a APD questiona o executivo sobre os recentes aumentos da pensão social de invalidez, «um montante já vergonhosamente reduzido», dizem, em cerca de 11,74 por mês.
«O Governo considera que os pensionistas com deficiência podem comer, vestir-se, pagar renda de casa e custear despesas de saúde, entre outras, com 6,25 euros por dia, quando se anunciam aumentos do preço do pão entre os 10 e os 20 por cento», afirmam ainda no comunicado.
Igual preocupação foi manifestada pela associação relativamente à subida do desemprego, aos despedimentos na administração pública e à suposta falência do sistema de segurança social, situações que, consideram, afectam com particular contundência os cidadãos deficientes engrossando o fenómeno da exclusão social.
Num país onde a pobreza persistente atinge já 15 por cento da população – segundo dados do Eurostat citados no documento – a APD questiona o executivo sobre os recentes aumentos da pensão social de invalidez, «um montante já vergonhosamente reduzido», dizem, em cerca de 11,74 por mês.
«O Governo considera que os pensionistas com deficiência podem comer, vestir-se, pagar renda de casa e custear despesas de saúde, entre outras, com 6,25 euros por dia, quando se anunciam aumentos do preço do pão entre os 10 e os 20 por cento», afirmam ainda no comunicado.
Igual preocupação foi manifestada pela associação relativamente à subida do desemprego, aos despedimentos na administração pública e à suposta falência do sistema de segurança social, situações que, consideram, afectam com particular contundência os cidadãos deficientes engrossando o fenómeno da exclusão social.