Dia Mundial do Ambiente
No âmbito do Dia Mundial do Ambiente, que se assinalou na quinta-feira, o secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, alertou para o estado de degradação a que chegou o planeta.
Centrando-se na questão dos recursos hídricos, Annan salientou que «dois mil milhões de seres humanos correm o risco de morrer, se não dispuserem de água potável e saneamento adequado», e avançou com alguns dados estatísticos recolhidos pela organização.
Cerca de 1,1 mil milhões de pessoas sobrevivem sem acesso a água potável, resultando daí, e da falta de condições higiénico-sanitárias provocadas por esta carência, que 80% das doenças contraídas em todo o mundo lhe estejam directamente associadas.
O número de vítimas mortais desta dramática realidade cifra-se, segundo o Conselho Internacional para a Água e Saneamento, em cinco milhões de pessoas por ano, com tendência para aumentar à medida que a escassez atinja cerca de metade da população mundial, o que, a manterem-se os actuais padrões, acontecerá dentro de 20 anos.
Por fim, Kofi Annan sublinhou que «uma das ironias mais cruéis do mundo de hoje é que são os que têm rendimentos mais baixos que pagam um preço mais elevado pela água».
Centrando-se na questão dos recursos hídricos, Annan salientou que «dois mil milhões de seres humanos correm o risco de morrer, se não dispuserem de água potável e saneamento adequado», e avançou com alguns dados estatísticos recolhidos pela organização.
Cerca de 1,1 mil milhões de pessoas sobrevivem sem acesso a água potável, resultando daí, e da falta de condições higiénico-sanitárias provocadas por esta carência, que 80% das doenças contraídas em todo o mundo lhe estejam directamente associadas.
O número de vítimas mortais desta dramática realidade cifra-se, segundo o Conselho Internacional para a Água e Saneamento, em cinco milhões de pessoas por ano, com tendência para aumentar à medida que a escassez atinja cerca de metade da população mundial, o que, a manterem-se os actuais padrões, acontecerá dentro de 20 anos.
Por fim, Kofi Annan sublinhou que «uma das ironias mais cruéis do mundo de hoje é que são os que têm rendimentos mais baixos que pagam um preço mais elevado pela água».