A IMPORTÂNCIA DE UM PCP MAIS FORTE
«2006 será, porque o colectivo partidário o quer, o ano do reforço do Partido»
Vem aí o Ano Novo e, com ele, as esperanças de uma vida melhor. Especialmente para os muitos que vivem mal e muito mal – que são a maioria. A concretização dessas esperanças não se fará, no entanto, por efeito de qualquer acção milagrosa, nem de qualquer acto de caridade, nem de qualquer gesto de boa vontade por parte dos que são os grandes responsáveis pelos problemas e pelas dificuldades em que vive a imensa maioria dos portugueses. A concretização da esperança numa vida melhor conquista-se. Com a luta. Sempre assim foi, sempre assim será.
Uma vida melhor, na situação concreta do nosso País, passa pelo combate às desigualdades que acumulam a maior parte da riqueza nas mãos de uma pequeníssima minoria, deixando uma pequeníssima parte para a imensa maioria; passa pelo respeito dos direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa, nomeadamente o direito ao trabalho com direitos, o direito ao ensino, à saúde, à habitação, a todos os direitos a que todo o ser humano, pelo simples facto de o ser, tem direito; passa, enfim, por pôr termo à política de direita e pela implementação de uma política de esquerda – objectivo difícil de alcançar mas alcansável e a exigir uma luta constante, travada com determinação e confiança por todos os que, explorados, humilhados e ofendidos, são as principais vítimas dessa política.
Na primeira fila da luta que os trabalhadores portugueses vêm travando há longos trinta anos, têm estado sempre os militantes comunistas. Na realidade, o PCP é o motor essencial da organização da luta de massas, principal frente de combate à política de direita - e dessa realidade emerge uma evidência: a de que quanto mais forte for o PCP, mais forte será essa luta e maiores serão as possibilidades de êxitos traduzidos na defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. Assim, o reforço do PCP – a começar pelo reforço orgânico e interventivo e estendendo-se, complementarmente, ao reforço social, eleitoral e político - apresenta-se como uma questão não apenas do interesse dos comunistas mas de todos os que são atingidos pelas consequências nefastas da política de direita.
Por isso, o XVII Congresso do Partido, realizado há pouco mais de um ano, apontou como questão central a dinamização do reforço do Partido em todas as suas vertentes essenciais. Os meses que nos separam do XVII Congresso exigiram uma resposta política complexa e diversificada que incluiu, nomeadamente, as eleições legislativas antecipadas, as eleições autárquicas, a realização da 29ª Festa do Avante!, a participação decisiva na luta de massas. Foram batalhas com resultados muito positivos, só possíveis por efeito de forte participação do colectivo partidário, cuja disponibilidade combativa e militante confirma as possibilidades de levar por diante, com êxito, as tarefas de reforço do Partido que temos pela frente.
Na sua reunião de 11 e 12 de Novembro, o Comité Central do Partido apontou «o ano de 2006 – ano do 85º aniversário do PCP e do 75º aniversário do Avante! – como ano de reforço do Partido, de afirmação da sua alternativa para Portugal, do seu programa de democracia avançada, do projecto de uma sociedade nova, livre da exploração: o socialismo e o comunismo, sob o lema ‘PCP mais forte, Portugal mais justo’»
Nesse sentido o CC definiu um conjunto de linhas de orientação e medidas visando o objectivo traçado e que passam por diversificados caminhos e perspectivas, designadamente e em resumo: a organização vista como um instrumento para a acção – e, portanto, assegurando a ligação do reforço orgânico à iniciativa política e à acção de massas; a intensificação do trabalho de informação e propaganda, com a maior difusão e leitura do Avante! e do Militante; a chamada de mais quadros, particularmente operários, jovens e mulheres, a maiores responsabilidades – incluindo o objectivo de, até final de 2006, responsabilizar pelo menos mais 500 quadros jovens; a promoção de cursos de formação política e ideológica nos quais participem, em 2006, pelo menos 600 militantes; o reforço da organização e da intervenção junto da classe operária e dos trabalhadores nas empresas e locais de trabalho – questão fundamental para um partido com as características do PCP; assegurar uma melhor integração dos membros do Partido e uma melhor integração no colectivo partidário; fortalecer e dinamizar as organizações de base; reforçar a estruturação da organização partidária, com o aumento e o reforço do número de organismos de direcção local e sectorial - e promovendo o maior número possível de assembleias das organizações; prosseguir e intensificar o recrutamento de novos militantes; alargar a base financeira, através de um conjunto de medidas decorrentes da experiência do Partido nesta matéria.
São muitas, difíceis e complexas as tarefas que nos traz o ano que aí vem. Trata-se de um desafio colocado a si próprio pelo colectivo partidário, com a consciência plena do esforço militante exigido. E se tivermos em conta que a batalha pelo reforço do Partido segue a par e passo com a luta, que promete ser árdua, contra a política do Governo Sócrates/PS e que, no mês de Janeiro, o essencial das nossas atenções terá que continuar a estar virado para as eleições presidenciais – a grande batalha do momento, ela também a mostrar todos os dias as grandes possibilidades de um bom resultado para a candidatura do camarada Jerónimo de Sousa – não é difícil concluir que é muito grande o esforço militante exigido. E que, apesar disso, 2006 será, porque o colectivo partidário o quer, o ano do reforço do Partido.
Uma vida melhor, na situação concreta do nosso País, passa pelo combate às desigualdades que acumulam a maior parte da riqueza nas mãos de uma pequeníssima minoria, deixando uma pequeníssima parte para a imensa maioria; passa pelo respeito dos direitos consagrados na Constituição da República Portuguesa, nomeadamente o direito ao trabalho com direitos, o direito ao ensino, à saúde, à habitação, a todos os direitos a que todo o ser humano, pelo simples facto de o ser, tem direito; passa, enfim, por pôr termo à política de direita e pela implementação de uma política de esquerda – objectivo difícil de alcançar mas alcansável e a exigir uma luta constante, travada com determinação e confiança por todos os que, explorados, humilhados e ofendidos, são as principais vítimas dessa política.
Na primeira fila da luta que os trabalhadores portugueses vêm travando há longos trinta anos, têm estado sempre os militantes comunistas. Na realidade, o PCP é o motor essencial da organização da luta de massas, principal frente de combate à política de direita - e dessa realidade emerge uma evidência: a de que quanto mais forte for o PCP, mais forte será essa luta e maiores serão as possibilidades de êxitos traduzidos na defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País. Assim, o reforço do PCP – a começar pelo reforço orgânico e interventivo e estendendo-se, complementarmente, ao reforço social, eleitoral e político - apresenta-se como uma questão não apenas do interesse dos comunistas mas de todos os que são atingidos pelas consequências nefastas da política de direita.
Por isso, o XVII Congresso do Partido, realizado há pouco mais de um ano, apontou como questão central a dinamização do reforço do Partido em todas as suas vertentes essenciais. Os meses que nos separam do XVII Congresso exigiram uma resposta política complexa e diversificada que incluiu, nomeadamente, as eleições legislativas antecipadas, as eleições autárquicas, a realização da 29ª Festa do Avante!, a participação decisiva na luta de massas. Foram batalhas com resultados muito positivos, só possíveis por efeito de forte participação do colectivo partidário, cuja disponibilidade combativa e militante confirma as possibilidades de levar por diante, com êxito, as tarefas de reforço do Partido que temos pela frente.
Na sua reunião de 11 e 12 de Novembro, o Comité Central do Partido apontou «o ano de 2006 – ano do 85º aniversário do PCP e do 75º aniversário do Avante! – como ano de reforço do Partido, de afirmação da sua alternativa para Portugal, do seu programa de democracia avançada, do projecto de uma sociedade nova, livre da exploração: o socialismo e o comunismo, sob o lema ‘PCP mais forte, Portugal mais justo’»
Nesse sentido o CC definiu um conjunto de linhas de orientação e medidas visando o objectivo traçado e que passam por diversificados caminhos e perspectivas, designadamente e em resumo: a organização vista como um instrumento para a acção – e, portanto, assegurando a ligação do reforço orgânico à iniciativa política e à acção de massas; a intensificação do trabalho de informação e propaganda, com a maior difusão e leitura do Avante! e do Militante; a chamada de mais quadros, particularmente operários, jovens e mulheres, a maiores responsabilidades – incluindo o objectivo de, até final de 2006, responsabilizar pelo menos mais 500 quadros jovens; a promoção de cursos de formação política e ideológica nos quais participem, em 2006, pelo menos 600 militantes; o reforço da organização e da intervenção junto da classe operária e dos trabalhadores nas empresas e locais de trabalho – questão fundamental para um partido com as características do PCP; assegurar uma melhor integração dos membros do Partido e uma melhor integração no colectivo partidário; fortalecer e dinamizar as organizações de base; reforçar a estruturação da organização partidária, com o aumento e o reforço do número de organismos de direcção local e sectorial - e promovendo o maior número possível de assembleias das organizações; prosseguir e intensificar o recrutamento de novos militantes; alargar a base financeira, através de um conjunto de medidas decorrentes da experiência do Partido nesta matéria.
São muitas, difíceis e complexas as tarefas que nos traz o ano que aí vem. Trata-se de um desafio colocado a si próprio pelo colectivo partidário, com a consciência plena do esforço militante exigido. E se tivermos em conta que a batalha pelo reforço do Partido segue a par e passo com a luta, que promete ser árdua, contra a política do Governo Sócrates/PS e que, no mês de Janeiro, o essencial das nossas atenções terá que continuar a estar virado para as eleições presidenciais – a grande batalha do momento, ela também a mostrar todos os dias as grandes possibilidades de um bom resultado para a candidatura do camarada Jerónimo de Sousa – não é difícil concluir que é muito grande o esforço militante exigido. E que, apesar disso, 2006 será, porque o colectivo partidário o quer, o ano do reforço do Partido.