É ISTO O PCP
...este colectivo de homens, mulheres e jovens agindo na base de valores e princípios revolucionários
Um partido protagonista de uma intervenção política com o conteúdo e a intensidade da que o PCP desenvolve, constitui alvo preferencial dos donos do País, dos que recolhem os maiores benefícios da execução da política de direita e dos que, nas diversas instituições e instâncias, directa ou indirectamente os servem. Por isso, não surpreende que, através de múltiplas e diversificadas versões e modalidades, se sucedam os ataques ao PCP deturpando-lhe a imagem, os objectivos e as práticas, procurando denegri-lo e enfraquecê-lo. Nem surpreende que tais ataques subam de tom consoante se intensifica e amplia a actividade e a intervenção dos comunistas. E muito menos espanta que nessa vaga de ataques o vale-tudo seja a regra primeira e determinante, como a realidade nos mostra todos os dias.
Sabe toda a gente que o PCP está na primeira linha da luta contra a política de direita; vê quem quer ver que os militantes comunistas, pela sua acção constante na defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores, constituem a base fundamental do movimento sindical unitário (onde dispõem, naturalmente e por isso mesmo, de um peso determinante); uma simples mirada sobre a massa de manifestantes que têm saído às ruas na luta pela paz e contra a guerra, é suficiente para nos mostrar a presença marcante dos militantes comunistas; é do conhecimento geral que os comunistas se encontram em todo o lado onde se luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País; apesar da vaga de mentiras e mistificações com que os anti-comunistas de serviço procuram deturpar e denegrir a imagem do PCP, sabe quem sabe a verdade que nenhum partido nacional é comparável ao PCP em matéria de participação militante na vida do Partido e, portanto, em matéria de funcionamento democrático interno.
A intervenção dos militantes comunistas na vida do Partido, na definição da sua orientação e linha política, na aplicação colectiva das decisões, na construção das suas normas internas de funcionamento, constitui um exemplo que suscitaria a atenção e o estudo dos críticos do PCP se da parte destes houvesse uma preocupação de análise sustentada na seriedade e no rigor. E se assim agissem, certamente encontrariam falhas e lacunas, deficiências e insuficiências... e poderiam, então, falando verdade, criticar o PCP. Não é esse, todavia, o percurso do anti-comunismo militante. Tal caminho significaria ter que reconhecer publicamente o imenso rol de mentiras, manipulações e mistificações tornadas públicas em relação ao PCP, significaria ter que tornar públicas verdades até agora cuidadosamente escondidas e cuja ocultação constitui alimento indispensável à manutenção desse anti-comunismo.
Não conseguindo alcançar o seu objectivo de liquidar o PCP através dos métodos tradicionais – aos quais se adicionam ciclicamente as ofensivas a partir do interior do Partido apoiadas por tudo quanto é anti-comunista e que outra coisa não pretendem do que a liquidação ou o enfraquecimento do PCP – recorrem, agora, às manobras legais: a chamada lei dos partidos que PSD e PS pretendem aprovar tem um alvo muito preciso: o PCP; e visa nomeadamente empobrecer o conteúdo democrático do funcionamento interno do PCP, reduzir a capacidade de intervenção dos comunistas na luta pelos objectivos que estiveram na origem da criação do Partido há 82 anos.
Entretanto, nas diversas instituições, os comunistas, fiéis aos compromissos assumidos com o eleitorado, desenvolvem uma actividade ímpar na quantidade e na qualidade; no âmbito das comemorações do 82º aniversário do Partido, prosseguem a realização de debates, de convívios, de jantares e almoços de confraternização; face à situação internacional e à gravidade decorrente da invasão do Iraque pelo imperialismo norte-americano, as organizações do PCP levam a cabo iniciativas as mais diversas; no quadro da aplicação do conjunto de orientações definidas pelo XVI Congresso e complementadas pela Conferência Nacional, prepara-se a Conferência sobre o Poder Local e continuam a realizar-se assembleias das organizações a todos os níveis, procedendo ao balanço da actividade desenvolvida, corrigindo o que se julga necessário corrigir, elegendo novos, rejuvenescidos e renovados organismos de direcção, definindo linhas de trabalho para o futuro – sempre na perspectiva do reforço da influência social, eleitoral e política do Partido; no âmbito da iniciativa «Em movimento, por um Portugal com futuro», procede-se à concretização de um diversificado conjunto de iniciativas abordando grandes questões que hoje se colocam aos portugueses; por seu lado, os jovens comunistas imprimem à sua JCP uma dinâmica interventiva e uma dimensão ideológica assinaláveis.
E é isto o Partido, é isto o PCP: este colectivo de homens mulheres e jovens agindo na base de valores e de princípios revolucionários e eminentemente humanistas; desenvolvendo todos os dias uma luta que tem como referência primeira a defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo; mantendo sempre presente o seu objectivo último de construção de uma sociedade liberta de todas as formas de opressão e de exploração; unidos por sólidos laços de solidariedade e camaradagem – este colectivo cuja fonte de força essencial reside, precisamente, nesses valores e princípios, nessa luta, nesse objectivo, nessa unidade. E que, por isso, é indestrutível.
Sabe toda a gente que o PCP está na primeira linha da luta contra a política de direita; vê quem quer ver que os militantes comunistas, pela sua acção constante na defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores, constituem a base fundamental do movimento sindical unitário (onde dispõem, naturalmente e por isso mesmo, de um peso determinante); uma simples mirada sobre a massa de manifestantes que têm saído às ruas na luta pela paz e contra a guerra, é suficiente para nos mostrar a presença marcante dos militantes comunistas; é do conhecimento geral que os comunistas se encontram em todo o lado onde se luta pela defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo e do País; apesar da vaga de mentiras e mistificações com que os anti-comunistas de serviço procuram deturpar e denegrir a imagem do PCP, sabe quem sabe a verdade que nenhum partido nacional é comparável ao PCP em matéria de participação militante na vida do Partido e, portanto, em matéria de funcionamento democrático interno.
A intervenção dos militantes comunistas na vida do Partido, na definição da sua orientação e linha política, na aplicação colectiva das decisões, na construção das suas normas internas de funcionamento, constitui um exemplo que suscitaria a atenção e o estudo dos críticos do PCP se da parte destes houvesse uma preocupação de análise sustentada na seriedade e no rigor. E se assim agissem, certamente encontrariam falhas e lacunas, deficiências e insuficiências... e poderiam, então, falando verdade, criticar o PCP. Não é esse, todavia, o percurso do anti-comunismo militante. Tal caminho significaria ter que reconhecer publicamente o imenso rol de mentiras, manipulações e mistificações tornadas públicas em relação ao PCP, significaria ter que tornar públicas verdades até agora cuidadosamente escondidas e cuja ocultação constitui alimento indispensável à manutenção desse anti-comunismo.
Não conseguindo alcançar o seu objectivo de liquidar o PCP através dos métodos tradicionais – aos quais se adicionam ciclicamente as ofensivas a partir do interior do Partido apoiadas por tudo quanto é anti-comunista e que outra coisa não pretendem do que a liquidação ou o enfraquecimento do PCP – recorrem, agora, às manobras legais: a chamada lei dos partidos que PSD e PS pretendem aprovar tem um alvo muito preciso: o PCP; e visa nomeadamente empobrecer o conteúdo democrático do funcionamento interno do PCP, reduzir a capacidade de intervenção dos comunistas na luta pelos objectivos que estiveram na origem da criação do Partido há 82 anos.
Entretanto, nas diversas instituições, os comunistas, fiéis aos compromissos assumidos com o eleitorado, desenvolvem uma actividade ímpar na quantidade e na qualidade; no âmbito das comemorações do 82º aniversário do Partido, prosseguem a realização de debates, de convívios, de jantares e almoços de confraternização; face à situação internacional e à gravidade decorrente da invasão do Iraque pelo imperialismo norte-americano, as organizações do PCP levam a cabo iniciativas as mais diversas; no quadro da aplicação do conjunto de orientações definidas pelo XVI Congresso e complementadas pela Conferência Nacional, prepara-se a Conferência sobre o Poder Local e continuam a realizar-se assembleias das organizações a todos os níveis, procedendo ao balanço da actividade desenvolvida, corrigindo o que se julga necessário corrigir, elegendo novos, rejuvenescidos e renovados organismos de direcção, definindo linhas de trabalho para o futuro – sempre na perspectiva do reforço da influência social, eleitoral e política do Partido; no âmbito da iniciativa «Em movimento, por um Portugal com futuro», procede-se à concretização de um diversificado conjunto de iniciativas abordando grandes questões que hoje se colocam aos portugueses; por seu lado, os jovens comunistas imprimem à sua JCP uma dinâmica interventiva e uma dimensão ideológica assinaláveis.
E é isto o Partido, é isto o PCP: este colectivo de homens mulheres e jovens agindo na base de valores e de princípios revolucionários e eminentemente humanistas; desenvolvendo todos os dias uma luta que tem como referência primeira a defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo; mantendo sempre presente o seu objectivo último de construção de uma sociedade liberta de todas as formas de opressão e de exploração; unidos por sólidos laços de solidariedade e camaradagem – este colectivo cuja fonte de força essencial reside, precisamente, nesses valores e princípios, nessa luta, nesse objectivo, nessa unidade. E que, por isso, é indestrutível.