Não, obrigado!
O PCP prossegue a recolha de assinaturas contra a intenção do Governo de aumentar a idade da reforma dos trabalhadores para 68 ou mais anos.
Com esta Campanha Nacional, que teve início em Setembro, durante a Festa do Avante, o PCP propõe-se obter o mínimo de 100 mil assinaturas.
Num folheto distribuído no âmbito desta campanha, os comunistas lembram que este objectivo do Governo está já em marcha com a imposição aos trabalhadores da administração pública de regimes mais desfavoráveis, assentes no aumento da idade da reforma dos 60 para os 65 anos e do número de anos de serviço necessários para acederem ao direito à reforma, antes 36 e agora 40 anos.
O direito à reforma é um direito essencial, diz o PCP, rejeitando qualquer «regresso ao tempo em que as pessoas eram obrigadas a trabalhar até ao limite das suas vidas e das suas forças». Sendo certo que o a esperança de vida aumentou para os 76 anos, diz, a verdade é que o trabalhador quando chega á idade da reforma deve ter a opção de procurar nessa nova situação uma ocupação que corresponda às suas necessidades e às expectativas» de vida que então possui. «Nunca a imposição do prolongamento do seu trabalho profissional».
De acordo com o PCP, o aumento da idade da reforma não é a «salvação» do direito à reforma das gerações futuras, pelo contrário, lesa os direitos dos trabalhadores, acentua o desemprego, cria mais dificuldades ao emprego dos jovens e ao rejuvenescimento dos vários sectores de actividade.
Também os riscos para a sustentabilidade financeira da Segurança Social não resultamdas despesas com pagamentos de reformas e de pensões, como o Governo pretende fazer crer, resultam, sim, do crescimento constante do volume da dívida da entidades patronais à segurança social, da fuga ao pagamento de contribuições por parte dos mais poderosos, do aumento do desemprego e encerramento de empresas, da falta de cumprimento pelo Estado das transferências financeiras que lhe são devidas.
O PCP repudia, pois, a «inevitabilidade» do aumento da idade da reforma e apela aos trabalhadores para que juntem a sua voz à voz dos comunistas na luta em defesa «da preservação e aprofundamento dos direitos adquiridos em matéria de idade de reforma».
Num folheto distribuído no âmbito desta campanha, os comunistas lembram que este objectivo do Governo está já em marcha com a imposição aos trabalhadores da administração pública de regimes mais desfavoráveis, assentes no aumento da idade da reforma dos 60 para os 65 anos e do número de anos de serviço necessários para acederem ao direito à reforma, antes 36 e agora 40 anos.
O direito à reforma é um direito essencial, diz o PCP, rejeitando qualquer «regresso ao tempo em que as pessoas eram obrigadas a trabalhar até ao limite das suas vidas e das suas forças». Sendo certo que o a esperança de vida aumentou para os 76 anos, diz, a verdade é que o trabalhador quando chega á idade da reforma deve ter a opção de procurar nessa nova situação uma ocupação que corresponda às suas necessidades e às expectativas» de vida que então possui. «Nunca a imposição do prolongamento do seu trabalho profissional».
De acordo com o PCP, o aumento da idade da reforma não é a «salvação» do direito à reforma das gerações futuras, pelo contrário, lesa os direitos dos trabalhadores, acentua o desemprego, cria mais dificuldades ao emprego dos jovens e ao rejuvenescimento dos vários sectores de actividade.
Também os riscos para a sustentabilidade financeira da Segurança Social não resultamdas despesas com pagamentos de reformas e de pensões, como o Governo pretende fazer crer, resultam, sim, do crescimento constante do volume da dívida da entidades patronais à segurança social, da fuga ao pagamento de contribuições por parte dos mais poderosos, do aumento do desemprego e encerramento de empresas, da falta de cumprimento pelo Estado das transferências financeiras que lhe são devidas.
O PCP repudia, pois, a «inevitabilidade» do aumento da idade da reforma e apela aos trabalhadores para que juntem a sua voz à voz dos comunistas na luta em defesa «da preservação e aprofundamento dos direitos adquiridos em matéria de idade de reforma».