Direita chilena quer esconder crimes
O Partido Comunista do Chile (PCC) expressou, em carta aberta enviada ao presidente do país, Ricardo Lagos, o seu repúdio pela proposta de atribuição de compensações financeiras aos familiares dos desaparecidos durante a ditadura fascista do general Augusto Pinochet.
A proposta apresentada pela UDI, partido em cujas fileiras se albergam muitos cúmplices do torcionário regime militar, visa, segundo o PCC, levar os queixosos a renunciar «voluntariamente aos julgamentos e aos direitos das vítimas e seus familiares», numa clara tentativa de «impor o fim dos processos e investigações, de limpar a ficha dos culpados, de calar e submeter aqueles que nunca esquecerão os crimes da ditadura».
Os Comunistas, cujos militantes morreram às centenas executados nas prisões da ditadura, e que apresentou a primeira acusação no Chile contra Augusto Pinochet, reitera os direitos da vítimas e dos seus familiares «que há mais de 30 anos lutam para encontrar os seus entes queridos», e exige que o Estado, através dos seus órgãos executivo, legislativo e judicial, tome medidas concretas no sentido do «cabal cumprimento destes direitos».
Afirma ainda o PCC, que «as propostas mais claras e justas face a este doloroso tema são das organizações e das entidades de familiares de presos desaparecidos», devendo ser acolhidas como parte integrante da resolução do problema e do imperioso cumprimento da justiça.
A proposta apresentada pela UDI, partido em cujas fileiras se albergam muitos cúmplices do torcionário regime militar, visa, segundo o PCC, levar os queixosos a renunciar «voluntariamente aos julgamentos e aos direitos das vítimas e seus familiares», numa clara tentativa de «impor o fim dos processos e investigações, de limpar a ficha dos culpados, de calar e submeter aqueles que nunca esquecerão os crimes da ditadura».
Os Comunistas, cujos militantes morreram às centenas executados nas prisões da ditadura, e que apresentou a primeira acusação no Chile contra Augusto Pinochet, reitera os direitos da vítimas e dos seus familiares «que há mais de 30 anos lutam para encontrar os seus entes queridos», e exige que o Estado, através dos seus órgãos executivo, legislativo e judicial, tome medidas concretas no sentido do «cabal cumprimento destes direitos».
Afirma ainda o PCC, que «as propostas mais claras e justas face a este doloroso tema são das organizações e das entidades de familiares de presos desaparecidos», devendo ser acolhidas como parte integrante da resolução do problema e do imperioso cumprimento da justiça.