Concentração da ex-Mundet
Mais de meia centena de ex-trabalhadores da Mundet concentraram-se dia 29 de Maio, frente ao Tribunal do Seixal, para exigirem o pagamento de salários, subsídios e indemnizações em dívida. De punhos cerrados e gritando «A luta continua!», relata a Lusa, os manifestantes desfilaram pelo centro da cidade. Acompanhados de dirigentes sindicais e autarcas, quiseram deixar no tribunal um manifesto, mas foi-lhes negada a entrada.
Em 1993, as fábricas da Mundet no Seixal, no Montijo e em Mora faliram, deixando no desemprego 800 operários e não pagando salários, subsídios de Natal e de férias e as indemnizações. Os vencimentos e subsídios em atraso remontam a 1985. Vendido em hasta pública o património da empresa, em 1994, o Tribunal Judicial do Seixal decidiu que os ex-funcionários tinham direito a receber as importâncias devidas. Contudo, o tribunal não deu ainda provimento ao despacho de pagamento dos montantes em dívida. Além dos processos instaurados a título individual, há 440 ex-trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Corticeiros do Sul, que têm a receber 4,4 milhões de euros. Um dirigente sindical revelou que mais de 40 ex-operários faleceram sem receber as verbas a que tinham direito.
Em 1993, as fábricas da Mundet no Seixal, no Montijo e em Mora faliram, deixando no desemprego 800 operários e não pagando salários, subsídios de Natal e de férias e as indemnizações. Os vencimentos e subsídios em atraso remontam a 1985. Vendido em hasta pública o património da empresa, em 1994, o Tribunal Judicial do Seixal decidiu que os ex-funcionários tinham direito a receber as importâncias devidas. Contudo, o tribunal não deu ainda provimento ao despacho de pagamento dos montantes em dívida. Além dos processos instaurados a título individual, há 440 ex-trabalhadores, representados pelo Sindicato dos Corticeiros do Sul, que têm a receber 4,4 milhões de euros. Um dirigente sindical revelou que mais de 40 ex-operários faleceram sem receber as verbas a que tinham direito.