Privatização à margem dos trabalhadores
Os comunistas trabalhadores da Portucel Tejo, em Vila Velha de Ródão, denunciam a privatização da empresa, a primeira do mandato do Governo PS.
A privatização está a ser feita nas costas das estruturas dos trabalhadores
Em comunicado da passada segunda-feira, a célula do PCP na Portucel Tejo, em Vila Velha de Ródão, denuncia a privatização em curso da empresa. Para os comunistas, o interior, «apesar de todas as promessas tem vindo a sofrer com estas políticas de direita sendo que o governo PS demonstrou mais uma vez como “não esquece o interior”», transformando a empresa na primeira a ser privatizada durante o seu mandato.
Para a célula comunista na empresa, há muito que o PCP tem vindo a alertar para o «perigo das privatizações. O Estado Português tem vindo a ser depauperado dos seus recursos e o tecido produtivo do País tem vindo a ser destruído», afirma. No caso da Portucel Tejo, os trabalhadores comunistas referem as «nefastas “restruturações”, os investimentos apressados, a falta de controlo de muitos investimentos feitos por empresas do exterior e de outras de prestação de serviços com deficiências visíveis a olho nu, acompanhadas pelas benesses e regalias para alguns». Medidas estas que «deixavam adivinhar o caminho que a empresa estava a levar: «a privatização, ou seja, prejuízos públicos para lucros privados».
Para o PCP, enquanto os trabalhadores vivem situações de incerteza no seu dia-a-dia e das suas condições de trabalho, «existem outros que, servindo-se dos cargos que exerciam, já têm salvaguardadas as suas futuras posições». Grande parte do Conselho de Administração – acusa o PCP – envolvido na privatização da empresa foi o responsável pela privatização da Portucel Recicla, que levou à extinção da fábrica de Mourão, «com todos os problemas que acarretou para os trabalhadores». O PCP acusa ainda a administração de ter conduzido todo o processo à margem dos trabalhadores e das suas estruturas. E apela e alerta os trabalhadores para a «necessidade de se unirem em redor dos representantes que efectivamente os defendem e lutam pelo futuro da empresa».
Luto desrespeitado
Os comunistas da empresa repudiam também o facto de a empresa não ter respeitado o dia de luto nacional pelo falecimento de Álvaro Cunhal, recusando-se a colocar a bandeira nacional a meia-haste. Para o PCP, esta atitude «constitui uma manifesta falta de respeito pela memória do homem mas também pelas decisões do Governo». Isto depois – salientam – de um Conselho de Administração ter «desenterrado» e afixado uma placa comemorativa da inauguração da fábrica por Américo Tomás, Presidente da República durante o fascismo, «o que não deixa de ser uma decisão inédita».
Para a célula comunista na empresa, há muito que o PCP tem vindo a alertar para o «perigo das privatizações. O Estado Português tem vindo a ser depauperado dos seus recursos e o tecido produtivo do País tem vindo a ser destruído», afirma. No caso da Portucel Tejo, os trabalhadores comunistas referem as «nefastas “restruturações”, os investimentos apressados, a falta de controlo de muitos investimentos feitos por empresas do exterior e de outras de prestação de serviços com deficiências visíveis a olho nu, acompanhadas pelas benesses e regalias para alguns». Medidas estas que «deixavam adivinhar o caminho que a empresa estava a levar: «a privatização, ou seja, prejuízos públicos para lucros privados».
Para o PCP, enquanto os trabalhadores vivem situações de incerteza no seu dia-a-dia e das suas condições de trabalho, «existem outros que, servindo-se dos cargos que exerciam, já têm salvaguardadas as suas futuras posições». Grande parte do Conselho de Administração – acusa o PCP – envolvido na privatização da empresa foi o responsável pela privatização da Portucel Recicla, que levou à extinção da fábrica de Mourão, «com todos os problemas que acarretou para os trabalhadores». O PCP acusa ainda a administração de ter conduzido todo o processo à margem dos trabalhadores e das suas estruturas. E apela e alerta os trabalhadores para a «necessidade de se unirem em redor dos representantes que efectivamente os defendem e lutam pelo futuro da empresa».
Luto desrespeitado
Os comunistas da empresa repudiam também o facto de a empresa não ter respeitado o dia de luto nacional pelo falecimento de Álvaro Cunhal, recusando-se a colocar a bandeira nacional a meia-haste. Para o PCP, esta atitude «constitui uma manifesta falta de respeito pela memória do homem mas também pelas decisões do Governo». Isto depois – salientam – de um Conselho de Administração ter «desenterrado» e afixado uma placa comemorativa da inauguração da fábrica por Américo Tomás, Presidente da República durante o fascismo, «o que não deixa de ser uma decisão inédita».