Contra aplicação do Plano Urbanização do Carvalhal
Cerca de duas centenas de agricultores da Herdade da Comporta, com tractores e outros veículos agrícolas, participaram, dia 7 de Junho, numa marcha lenta para exigir respeito pelos seus direitos na aplicação do Plano de Urbanização do Carvalhal.
Os agricultores exigem que a Câmara de Grândola (PS) respeite os compromissos previamente assumidos, garantindo, a cada agricultor, o direito a um lote de terrenos com um mínimo de 300 metros quadrados na zona da residência, a cinco euros por metro quadrado, e que os terrenos agrícolas sejam vendidos a 1,25 euros.
Por outro lado, acusam a autarquia de querer sacrificar alguns terrenos agrícolas para viabilizar loteamentos urbanos da Herdade da Comporta para a construção de imóveis de 2.ª habitação.
Segundo afirmou Ricardo Costa, da Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, a autarquia parece estar «mais preocupada em viabilizar a construção de edifícios para segunda habitação em terrenos da Herdade da Comporta, pertencentes ao Grupo Económico Espírito Santo, do que em resolver os problemas dos agricultores».
Os agricultores exigem que a Câmara de Grândola (PS) respeite os compromissos previamente assumidos, garantindo, a cada agricultor, o direito a um lote de terrenos com um mínimo de 300 metros quadrados na zona da residência, a cinco euros por metro quadrado, e que os terrenos agrícolas sejam vendidos a 1,25 euros.
Por outro lado, acusam a autarquia de querer sacrificar alguns terrenos agrícolas para viabilizar loteamentos urbanos da Herdade da Comporta para a construção de imóveis de 2.ª habitação.
Segundo afirmou Ricardo Costa, da Associação de Agricultores do Distrito de Setúbal, a autarquia parece estar «mais preocupada em viabilizar a construção de edifícios para segunda habitação em terrenos da Herdade da Comporta, pertencentes ao Grupo Económico Espírito Santo, do que em resolver os problemas dos agricultores».