Jornalistas exigem justiça
A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) assinalou o segundo aniversário do ataque norte-americano ao Hotel Palestina e às instalações da cadeia de televisão Al-Jazeera, a 8 de Abril de 2003, nos quais morreram três jornalistas.
Em nota à comunicação social, o Sindicato dos Jornalistas (SJ) explica que a FIJ pretendeu com esta iniciativa de protesto público «apelar aos EUA que acabem com toda a especulação» e incitar a que levem por diante «relatórios “credíveis e convincentes” sobre os incidentes em que 14 profissionais dos média foram mortos desde a invasão do Iraque em Março de 2003».
Lembrando a impunidade imposta pelos EUA, o SJ esclarece que «a FIJ acusa os EUA de realizarem relatórios de “branquamento” sobre os assassinatos e sublinha que “em muitos casos nem sequer se efectuaram quaisquer relatórios”», facto que «traduz a “negação da justiça numa escala chocante”».
Em resposta ao apelo da FIJ, o SJ entregou uma carta de protesto junto da Embaixada dos EUA em Lisboa e divulgou-a por todos os seus associados.
Em nota à comunicação social, o Sindicato dos Jornalistas (SJ) explica que a FIJ pretendeu com esta iniciativa de protesto público «apelar aos EUA que acabem com toda a especulação» e incitar a que levem por diante «relatórios “credíveis e convincentes” sobre os incidentes em que 14 profissionais dos média foram mortos desde a invasão do Iraque em Março de 2003».
Lembrando a impunidade imposta pelos EUA, o SJ esclarece que «a FIJ acusa os EUA de realizarem relatórios de “branquamento” sobre os assassinatos e sublinha que “em muitos casos nem sequer se efectuaram quaisquer relatórios”», facto que «traduz a “negação da justiça numa escala chocante”».
Em resposta ao apelo da FIJ, o SJ entregou uma carta de protesto junto da Embaixada dos EUA em Lisboa e divulgou-a por todos os seus associados.