Candidatos ilegais no PS e PSD
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) deliberou, no final do passado mês de Janeiro, que todos os candidatos a deputados que exerçam, simultaneamente, a presidência de uma autarquia devem suspender as respectivas funções desempenhadas no âmbito do mandato local.
A decisão, que deverá ser hoje confirmada numa reunião da CNE, conforme foi anunciado pelo próprio organismo, afecta sobretudo muitos dos candidatos do PS e PSD.
Alguns já terão recorrido para o Tribunal Constitucional (TC), mas a justiça não lhes deu razão e decidiu em harmonia com o parecer emitido pela CNE.
A aproximação das eleições legislativas assinala, quase invariavelmente, o tiro de partida para, no PS, PSD e CDS/PP, uma acérrima disputa entre correligionários interessados em garantir a eleição para a Assembleia da República.
Luís Filipe Menezes, Armando França e José Raul dos Santos são alguns dos nomes de presidentes de câmara que se verão obrigados a suspender as suas funções pelo menos até ao apuramento dos resultados no próximo dia 20 de Fevereiro.
A decisão, que deverá ser hoje confirmada numa reunião da CNE, conforme foi anunciado pelo próprio organismo, afecta sobretudo muitos dos candidatos do PS e PSD.
Alguns já terão recorrido para o Tribunal Constitucional (TC), mas a justiça não lhes deu razão e decidiu em harmonia com o parecer emitido pela CNE.
A aproximação das eleições legislativas assinala, quase invariavelmente, o tiro de partida para, no PS, PSD e CDS/PP, uma acérrima disputa entre correligionários interessados em garantir a eleição para a Assembleia da República.
Luís Filipe Menezes, Armando França e José Raul dos Santos são alguns dos nomes de presidentes de câmara que se verão obrigados a suspender as suas funções pelo menos até ao apuramento dos resultados no próximo dia 20 de Fevereiro.