Cuba desiste de acordo de Cotonou
O governo cubano anunciou, na segunda-feira, 19, que retira o seu pedido de entrada no Acordo de Cotonou, que regula as relações económicas e de cooperação entre a União Europeia (UE) e os países do grupo África, Caraíbas e Pacífico (ACP).
A decisão é a «resposta à Comissão Europeia que, em 30 de Abril último, optou por adiar indefinidamente a avaliação do pedido cubano», explica a nota do ministério dos Negócios Estrangeiros cubano que classifica como «injusta e inaceitável» a declaração emitida pelo Conselho de Ministros da União Europeia e de «vergonhoso alinhamento» a posição dos Quinze na 59a sessão da Comissão de Direitos Humanos de Genebra.
O texto assinala ainda que a posição da UE é ditada pelo seu desacordo em relação à condenação pelos tribunais cubanos de 75 dissidentes acusados de conspiração com o governo norte-americano e à execução de três sequestradores de uma embarcação com passageiros.
A decisão é a «resposta à Comissão Europeia que, em 30 de Abril último, optou por adiar indefinidamente a avaliação do pedido cubano», explica a nota do ministério dos Negócios Estrangeiros cubano que classifica como «injusta e inaceitável» a declaração emitida pelo Conselho de Ministros da União Europeia e de «vergonhoso alinhamento» a posição dos Quinze na 59a sessão da Comissão de Direitos Humanos de Genebra.
O texto assinala ainda que a posição da UE é ditada pelo seu desacordo em relação à condenação pelos tribunais cubanos de 75 dissidentes acusados de conspiração com o governo norte-americano e à execução de três sequestradores de uma embarcação com passageiros.