Refer desrespeita legislação
A CDU de Sintra criticou, segunda-feira, a passagem aérea colocada pela Refer junto à estação ferroviária de Agualva-Cacém, apontando como principal problema a mobilidade reduzida para os seus utilizadores. Em causa estão 50 degraus de um lado, mais 60 do outro, uma autêntica barreira para muitas centenas de pessoas que diariamente utilizam aquele percurso para se dirigirem de um lado para o outro da linha de caminho-de-ferro.
«A passagem aérea não tem iluminação e possui degraus muitos elevados e sem piso anti-derrapante», afirmou o responsável da CDU de Sintra Rui Ramos, que, promoveu uma conferência de imprensa junto daquele local.
«A Refer impôs uma solução à revelia dos interesses dos cidadãos», acusou, considerando que a passagem «condiciona a circulação das pessoas». «Os comerciantes também se queixam de estar a ser prejudicados», afirmou Rui Ramos, acrescentando que já há pessoas interessadas em lançar um abaixo assinado para contestar a passagem. A CDU defende, em alternativa, o acesso por rampas, elevadores ou pisos rolantes.
«A passagem aérea não tem iluminação e possui degraus muitos elevados e sem piso anti-derrapante», afirmou o responsável da CDU de Sintra Rui Ramos, que, promoveu uma conferência de imprensa junto daquele local.
«A Refer impôs uma solução à revelia dos interesses dos cidadãos», acusou, considerando que a passagem «condiciona a circulação das pessoas». «Os comerciantes também se queixam de estar a ser prejudicados», afirmou Rui Ramos, acrescentando que já há pessoas interessadas em lançar um abaixo assinado para contestar a passagem. A CDU defende, em alternativa, o acesso por rampas, elevadores ou pisos rolantes.