Novos acusados no escândalo Enron
O departamento de justiça dos EUA, entidade responsável pelo prosseguimento das investigações, acusou formalmente mais sete ex-dirigentes do gigante do sector energético, que trabalhavam como quadros de uma filial ligada à espionagem e segurança da empresa, bem como a mulher de um ex-director ligado ao sector financeiro, Andrew Fastow, já arrolado no processo.
No total, Fastow e a sua esposa Lea, ex-assistente financeira na Enron, são acusados de inúmeros crimes de conspiração, branqueamento de capitais e fraude.
Recorde-se que a Enron abriu falência em Dezembro de 2001, estando na altura cotada como a sétima maior empresa norte-americana.
A queda em desgraça veio descobrir as íntimas ligações entre a Enron e a actual administração de Bush Júnior, ficando claros os avultados financiamentos à campanha eleitoral republicana, o não pagamento de impostos em quatro dos últimos cinco anos, o recebimento de subsídios para a execução de projectos no estrangeiro e a influência directa dos altos quadros da empresa na política externa dos EUA.
No total, Fastow e a sua esposa Lea, ex-assistente financeira na Enron, são acusados de inúmeros crimes de conspiração, branqueamento de capitais e fraude.
Recorde-se que a Enron abriu falência em Dezembro de 2001, estando na altura cotada como a sétima maior empresa norte-americana.
A queda em desgraça veio descobrir as íntimas ligações entre a Enron e a actual administração de Bush Júnior, ficando claros os avultados financiamentos à campanha eleitoral republicana, o não pagamento de impostos em quatro dos últimos cinco anos, o recebimento de subsídios para a execução de projectos no estrangeiro e a influência directa dos altos quadros da empresa na política externa dos EUA.