Emprego em risco na Grundig
O recente anúncio de «insolvência» por parte da administração da Grundig, na Alemanha, levou a eurodeputada, do PCP, Ilda Figueiredo a interrogar a Comissão Europeia sobre as condições de eventuais apoios comunitários concedidos ao grupo, designadamente à unidade instalada em Braga, a «Car InterMedia System» (CIS), e as medidas que Bruxelas irá tomar com vista a garantir a laboração e os postos de trabalho, directos e indirectos em Portugal.
A deputada lembra a CIS emprega 700 trabalhadores nas suas linhas de produção de auto-rádios, dela dependendo ainda cerca de 30 por cento da actividade da «Fehst Componentes», que emprega mais de 300 pessoas.
Sublinhando que a CIS é uma empresa viável e auto-suficiente, Ilda Figueiredo alerta para os graves impactos que o seu encerramento teria na região de Braga, onde «não há alternativas de emprego», situação agravada por «deslocalizações recentes no norte do país». Acresce que «Portugal detém actualmente a maior taxa de crescimento do desemprego da União Europeia».
A deputada lembra a CIS emprega 700 trabalhadores nas suas linhas de produção de auto-rádios, dela dependendo ainda cerca de 30 por cento da actividade da «Fehst Componentes», que emprega mais de 300 pessoas.
Sublinhando que a CIS é uma empresa viável e auto-suficiente, Ilda Figueiredo alerta para os graves impactos que o seu encerramento teria na região de Braga, onde «não há alternativas de emprego», situação agravada por «deslocalizações recentes no norte do país». Acresce que «Portugal detém actualmente a maior taxa de crescimento do desemprego da União Europeia».