Sigilo profissional
O Sindicato dos Jornalistas (SJ) apelou na passada semana à não divulgação das gravações que terão sido roubadas a um jornalista do Correio da Manhã, o que constituiria uma invasão do sigilo profissional.
Um jornalista do diário queixou-se recentemente de que lhe terão sido roubadas cassetes com diversas entrevistas, no âmbito da sua investigação sobre o processo Casa Pia. As cassetes terão chegado a outras redacções e a meios judiciais.
Em comunicado, o SJ alerta que as gravações (algumas sem consentimento dos entrevistados) «constituem material legalmente protegido pelo sigilo profissional do jornalista».«A realização e a disseminação de cópias – integrais ou parciais – constitui uma intolerável invasão do sigilo profissional do jornalista», alerta o Sindicato.
O SJ admite qualquer investigação judicial mas já não aceita que a mesma transforme o caso «numa desenfreada caça às fontes confidenciais de informação, e faça resvalar um grave incidente de violação de sigilo profissional para um ajuste de contas, em degradante gáudio para curiosos».
Um jornalista do diário queixou-se recentemente de que lhe terão sido roubadas cassetes com diversas entrevistas, no âmbito da sua investigação sobre o processo Casa Pia. As cassetes terão chegado a outras redacções e a meios judiciais.
Em comunicado, o SJ alerta que as gravações (algumas sem consentimento dos entrevistados) «constituem material legalmente protegido pelo sigilo profissional do jornalista».«A realização e a disseminação de cópias – integrais ou parciais – constitui uma intolerável invasão do sigilo profissional do jornalista», alerta o Sindicato.
O SJ admite qualquer investigação judicial mas já não aceita que a mesma transforme o caso «numa desenfreada caça às fontes confidenciais de informação, e faça resvalar um grave incidente de violação de sigilo profissional para um ajuste de contas, em degradante gáudio para curiosos».