Governo reforça ofensiva
«Os números da precariedade e do desemprego não param de subir», refere a Direcção Nacional da JCP, lembrando que os jovens são os grandes prejudicados.
A Direcção Nacional da JCP, reunida no domingo, acusa o Governo de desenvolver uma acção quotidiana em benefício das classes mais favorecidas e em detrimento dos «interesses e aspirações dos povos, dos trabalhadores e da juventude».
«A ofensiva contra o principal alvo do Governo – os trabalhadores – prossegue e intensifica-se. A aprovação final global, no dia 10 de Abril, do Pacote Laboral, com a intenção de o colocar em vigor no início de Novembro, mostra a real urgência em agravar a exploração e de travar os processos negociais de contratos colectivos de trabalho que estejam a decorrer. Por outro lado, os números da precariedade e do desemprego não param de subir», alerta a Direcção Nacional, numa nota de imprensa.
Por outro lado, os jovens comunistas consideram que a «nova» revisão curricular do ensino secundário «terminou a sua fase de discussão encenada, tendo sido apresentada no início do mês de Abril envolvida de mediatismo e demagogia, tentando encobrir os problemas reais».
A direcção da JCP afirma que a principal característica desta revisão é a elitização do ensino, com a imobilidade entre cursos e a criação de alunos de primeira e segunda categoria através de agrupamentos que determinam de forma estanque o acesso ao ensino superior ou o ingresso precoce no mercado de trabalho. A «sucessiva construção de barreiras» verifica-se igualmente na avaliação, com a criação de exames no 9.º ano, o fim da segunda fase dos exames nacionais e a manutenção de exames nacionais às disciplinas específicas a valerem metade da nota.
O ataque mais grave
Para a JCP, o Governo está a levar a cabo «o mais grave ataque» contra o ensino superior público dos últimos anos. «De uma só vez, iludindo as verdadeiras causas dos problemas sentidos e contrariando o princípio da gratuitidade do ensino previsto na Constituição, o Governo procura transferir para os estudantes responsabilidades ainda maiores no financiamento do sistema aumentando as propinas para 770 euros, beneficiar e estimular o crescimento do ensino superior privado, formalizar a ideia de cursos e escolas de primeira e segunda categoria, retirar os estudantes dos órgão de gestão, diminuir a autonomia das instituições e substituir os insuficientes mecanismos de acção social por empréstimos bancários numa lógica de endividamento dos estudantes», afirma a Direcção Nacional.
«O PS, o PSD e o PP, comprometidos que estão com os interesses do capital, procuram alterar o sistema democrático com vista a atingir o principal instrumento da luta dos trabalhadores, o PCP. A JCP, não só considera inaceitáveis estas medidas, como lhe dará o mais firme combate», garante a DN.
«A ofensiva contra o principal alvo do Governo – os trabalhadores – prossegue e intensifica-se. A aprovação final global, no dia 10 de Abril, do Pacote Laboral, com a intenção de o colocar em vigor no início de Novembro, mostra a real urgência em agravar a exploração e de travar os processos negociais de contratos colectivos de trabalho que estejam a decorrer. Por outro lado, os números da precariedade e do desemprego não param de subir», alerta a Direcção Nacional, numa nota de imprensa.
Por outro lado, os jovens comunistas consideram que a «nova» revisão curricular do ensino secundário «terminou a sua fase de discussão encenada, tendo sido apresentada no início do mês de Abril envolvida de mediatismo e demagogia, tentando encobrir os problemas reais».
A direcção da JCP afirma que a principal característica desta revisão é a elitização do ensino, com a imobilidade entre cursos e a criação de alunos de primeira e segunda categoria através de agrupamentos que determinam de forma estanque o acesso ao ensino superior ou o ingresso precoce no mercado de trabalho. A «sucessiva construção de barreiras» verifica-se igualmente na avaliação, com a criação de exames no 9.º ano, o fim da segunda fase dos exames nacionais e a manutenção de exames nacionais às disciplinas específicas a valerem metade da nota.
O ataque mais grave
Para a JCP, o Governo está a levar a cabo «o mais grave ataque» contra o ensino superior público dos últimos anos. «De uma só vez, iludindo as verdadeiras causas dos problemas sentidos e contrariando o princípio da gratuitidade do ensino previsto na Constituição, o Governo procura transferir para os estudantes responsabilidades ainda maiores no financiamento do sistema aumentando as propinas para 770 euros, beneficiar e estimular o crescimento do ensino superior privado, formalizar a ideia de cursos e escolas de primeira e segunda categoria, retirar os estudantes dos órgão de gestão, diminuir a autonomia das instituições e substituir os insuficientes mecanismos de acção social por empréstimos bancários numa lógica de endividamento dos estudantes», afirma a Direcção Nacional.
«O PS, o PSD e o PP, comprometidos que estão com os interesses do capital, procuram alterar o sistema democrático com vista a atingir o principal instrumento da luta dos trabalhadores, o PCP. A JCP, não só considera inaceitáveis estas medidas, como lhe dará o mais firme combate», garante a DN.