«Fahrenheit 9/11» bate recorde

O polémico filme sobre o 11 de Setembro e as estritas ligações das famílias Bush e Ben Laden, da autoria do não menos polémico realizador norte-americano Michael Moore, estreou, na passada sexta-feira, em 868 salas de cinema de 50 estados norte-americanos, depois de uma longa batalha contra a tentativa de proibir a exibição da película nos EUA.
De acordo com dados preliminares avançados pela distribuidora, «Fahrenheit 9/11» rendeu mais de 20 milhões de dólares só nos primeiros três dias, podendo tal facto constituir o início de um recorde mundial, o do filme-documentário mais visto num único fim-de-semana.
A corrida às primeiras sessões do documentário foi de tal forma animada que, na ante-estereia, em duas salas de cinema de Nova Iorque, os proprietários foram obrigados a prolongar as exibições até de madrugada.
Paralelamente, realizam-se diversos eventos de esclarecimento e mobilização política junto aos cinemas, em campanhas marcadas pelo discurso anti-Bush e contra a guerra e ocupação do Iraque.
Num dos cinemas da ante-estreia havia até um boneco de Bush, em tamanho real, que convidava os espectadores a socarem e derrubarem o presidente norte-americano. Os relatos indicam que foram muitos os que, com prazer, quiseram experimentar a brincadeira.


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