Polícia municipal?
A Direcção Concelhia de Loures do PCP está em desacordo com a criação, no concelho, de uma Polícia Municipal que obriga a autarquia a compromissos financeiros que se irão traduzir no corte de meios a outras actividades e, simultaneamente, cria perspectivas erradas nas populações. O que o PS e o PSD na Câmara de Loures pretendem, acusa o PCP, é favorecer uma estratégia política de desinvestimento do Governo na Polícia de proximidade, fazendo recair sobre a autarquia a responsabilidade pela insegurança registada.
De facto, para o PCP, 60 agentes da Polícia Municipal não jamais suficientes para as missões que lhes cabem de vigiar o cumprimento dos regulamentos e posturas municipais, garantir o funcionamento do quartel em turnos de 24 horas e as tarefas burocráticas e resolver as necessidades de 18 freguesias, 124 escolas e de todos os locais onde é necessária uma maior vigilância, quando a população do concelho necessita, sim, de mais segurança mas garantida pela PSP ou GNR.
De facto, para o PCP, 60 agentes da Polícia Municipal não jamais suficientes para as missões que lhes cabem de vigiar o cumprimento dos regulamentos e posturas municipais, garantir o funcionamento do quartel em turnos de 24 horas e as tarefas burocráticas e resolver as necessidades de 18 freguesias, 124 escolas e de todos os locais onde é necessária uma maior vigilância, quando a população do concelho necessita, sim, de mais segurança mas garantida pela PSP ou GNR.