A crise continua
Contrariando o discurso do Governo sobre a muito anunciada retoma da economia portuguesa e os consequentes reflexos positivos na capacidade de compra da população, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou, terça-feira, que os preços voltaram a subir em cerca de 0,7 durante o mês de Maio.
Segundo o INE, o vestuário, o calçado, os transportes e os combustíveis são os bens que mais aumento sofreram, penalizando directamente os consumidores e o seu cabaz de compras.
A confirmar a tendência de afastamento da capacidade de aquisição dos trabalhadores portugueses face aos seus congéneres da UE, o Eurostat divulgou um estudo comparativo onde afirma que na vizinha Espanha os géneros alimentares e as bebidas não alcoólicas custam em média menos 13 por cento que em Portugal.
A esmagadora maioria dos bens de primeira necessidade custam mais caro aos portugueses que aos espanhóis, dos quais se destacam o leite, os ovos, o queijo e as gorduras naturais, com valores superiores em cerca de 21 por cento, e o peixe, que no nosso país custa mais 30 por cento que no outro território peninsular.
Segundo o INE, o vestuário, o calçado, os transportes e os combustíveis são os bens que mais aumento sofreram, penalizando directamente os consumidores e o seu cabaz de compras.
A confirmar a tendência de afastamento da capacidade de aquisição dos trabalhadores portugueses face aos seus congéneres da UE, o Eurostat divulgou um estudo comparativo onde afirma que na vizinha Espanha os géneros alimentares e as bebidas não alcoólicas custam em média menos 13 por cento que em Portugal.
A esmagadora maioria dos bens de primeira necessidade custam mais caro aos portugueses que aos espanhóis, dos quais se destacam o leite, os ovos, o queijo e as gorduras naturais, com valores superiores em cerca de 21 por cento, e o peixe, que no nosso país custa mais 30 por cento que no outro território peninsular.