Atentados na Arábia Saudita
Vinte e duas pessoas morreram em Khobar, na Arábia Saudita, no passado fim-de-semana, em atentados e num sequestro reivindicados em comunicados atribuídos à rede terrorista Al-Qaeda. Três dos assaltantes conseguiram fugir enquanto o quarto foi ferido e detido. Na segunda-feira, o rei Fahd garantiu que os atentados terroristas «não terão qualquer efeito na unidade do reino», antes reforçam a sua «determinação em combater o terrorismo sob todas as formas».
Segundo o monarca, a Arábia Saudita vai «fazer frente com firmeza a todas as pessoas que tentarem desestabilizar a sua segurança e influenciar negativamente o seu papel ao serviço do Islão e dos muçulmanos, as suas relações privilegiadas com os países irmãos, assim como as suas realizações económicas». O rei garantiu ainda que «o Islão não tem nada a ver com estes actos criminosos que não têm outro objectivo senão semear a desordem e aterrorizar inocentes», e instou «todos os cidadãos, homem ou mulher, a servir o país combatendo este flagelo».
Segundo o monarca, a Arábia Saudita vai «fazer frente com firmeza a todas as pessoas que tentarem desestabilizar a sua segurança e influenciar negativamente o seu papel ao serviço do Islão e dos muçulmanos, as suas relações privilegiadas com os países irmãos, assim como as suas realizações económicas». O rei garantiu ainda que «o Islão não tem nada a ver com estes actos criminosos que não têm outro objectivo senão semear a desordem e aterrorizar inocentes», e instou «todos os cidadãos, homem ou mulher, a servir o país combatendo este flagelo».