Degradação da saúde em Lisboa
Cerca de um terço dos centros de saúde da região de Lisboa tem instalações degradadas e a maioria possui equipamento técnico inadequado e em mau estado de conservação, revela um estudo apresentado terça-feira.
Realizado pela Sessão Regional Sul da Ordem dos Médicos e a Administração Regional da Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, o estudo avaliou as condições técnicas para o exercício da medicina geral e familiar em 24 centos de saúde escolhidos aleatoriamente nas regiões de Lisboa, Santarém e Setúbal.
Os resultados não podiam ser piores. Nenhuma das unidades visitadas pela comissão conjunta possui todo o equipamento básico de urgências, a informatização é deficiente na maioria, 60 por cento dos centros de saúde está instalada em edifícios construídos para habitação e 30 por cento deles possui barreiras arquitectónicas que dificultam ou impossibilitam o acesso a pessoas com dificuldades de mobilidade, como os mais idosos.
Em matéria de resposta às necessidades das populações, a situação não é melhor, já que dos 24 centros de saúde visitados, 13 por cento dos inscritos não têm médico de família (108.109 pessoas), mas a maioria das listas dos médicos tem já mais de 1500 inscritos (número previsto na lei), atingindo mesmo em alguns casos os 2 205 utentes.
Realizado pela Sessão Regional Sul da Ordem dos Médicos e a Administração Regional da Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, o estudo avaliou as condições técnicas para o exercício da medicina geral e familiar em 24 centos de saúde escolhidos aleatoriamente nas regiões de Lisboa, Santarém e Setúbal.
Os resultados não podiam ser piores. Nenhuma das unidades visitadas pela comissão conjunta possui todo o equipamento básico de urgências, a informatização é deficiente na maioria, 60 por cento dos centros de saúde está instalada em edifícios construídos para habitação e 30 por cento deles possui barreiras arquitectónicas que dificultam ou impossibilitam o acesso a pessoas com dificuldades de mobilidade, como os mais idosos.
Em matéria de resposta às necessidades das populações, a situação não é melhor, já que dos 24 centros de saúde visitados, 13 por cento dos inscritos não têm médico de família (108.109 pessoas), mas a maioria das listas dos médicos tem já mais de 1500 inscritos (número previsto na lei), atingindo mesmo em alguns casos os 2 205 utentes.