Provocação patronal
Trabalhadores de unidades comerciais de dimensão variada, incluindo hipermercados, foram forçados pelas respectivas administrações a trabalhar no dia 1 de Maio.
Da extensa lista constam empresas como o Intermarché, Ecomarché, Leclerc, Feira Nova, Dia/Minipreço, Ulmar, Moviflor, Modelo, Bonjour ou Mestre Maco.
Esta intolerável afronta aos trabalhadores, no feriado em que comemoram conquistas históricas, mais do que um insulto grosseiro representa uma regressão e um insuportável atentado à dignidade de quem trabalha, sob o olhar cúmplice do Governo.
Indignada com a situação ficou a deputada comunista Odete Santos que tratou logo de diligenciar junto do Governo no sentido de saber qual a exacta extensão desta provocatória medida patronal, bem como das razões «para a aparente inoperância dos organismos fiscalizadores».
«Quais as medidas previstas para prevenir que as empresas, aproveitando a situação de dependência em que os trabalhadores se encontram, continuem a ignorar os direitos destes», pergunta Odete Santos no requerimento que endereçou ao Executivo de Durão Barroso, no qual sublinha que esta atitude assumida por algumas entidades patronais «parece indiciar que a avidez do lucro não conhece hoje qualquer limite».
O que, no caso vertente, significou ofender os trabalhadores na data em que celebram «as grandes lutas que permitiram a conquista de direitos fundamentais», dia que é ainda de «reflexão crítica sobre as condições de vida e de trabalho da sociedade em que vivemos».
Da extensa lista constam empresas como o Intermarché, Ecomarché, Leclerc, Feira Nova, Dia/Minipreço, Ulmar, Moviflor, Modelo, Bonjour ou Mestre Maco.
Esta intolerável afronta aos trabalhadores, no feriado em que comemoram conquistas históricas, mais do que um insulto grosseiro representa uma regressão e um insuportável atentado à dignidade de quem trabalha, sob o olhar cúmplice do Governo.
Indignada com a situação ficou a deputada comunista Odete Santos que tratou logo de diligenciar junto do Governo no sentido de saber qual a exacta extensão desta provocatória medida patronal, bem como das razões «para a aparente inoperância dos organismos fiscalizadores».
«Quais as medidas previstas para prevenir que as empresas, aproveitando a situação de dependência em que os trabalhadores se encontram, continuem a ignorar os direitos destes», pergunta Odete Santos no requerimento que endereçou ao Executivo de Durão Barroso, no qual sublinha que esta atitude assumida por algumas entidades patronais «parece indiciar que a avidez do lucro não conhece hoje qualquer limite».
O que, no caso vertente, significou ofender os trabalhadores na data em que celebram «as grandes lutas que permitiram a conquista de direitos fundamentais», dia que é ainda de «reflexão crítica sobre as condições de vida e de trabalho da sociedade em que vivemos».