Saúde de mal a pior
Através da comunicação social, os utentes do Hospital Amadora/Sintra ficaram a saber que o Ministro da Saúde chegou a acordo com o Grupo Mello para a renovação do contrato de gestão, daquela unidade hospitalar, por mais cinco anos.
Lamentando a decisão, a Comissão de Utentes do Hospital Amadora/Sintra prometeu não baixar os braços e, terça-feira, promoveu a distribuição de um comunicado a denunciar as graves situações que se verificam naquela unidade hospitalar de gestão privada.
«A saúde é um direito e, os utentes não podem sentir-se, cada vez mais, alvo de um mero negócio», acusam os utentes, sublinhando que o Estado deve assumir «as suas responsabilidades sociais, pois os utentes assumem os seus deveres de contribuintes».
Mortes inexplicáveis, demora no serviço de urgências, encerramento de serviços, utilização de clinicas privadas ilegais e altas antes do tempo para reduzir as custos são algumas das graves situações denunciadas a que o Ministro da Saúde continua a fechar os olhos.
Lamentando a decisão, a Comissão de Utentes do Hospital Amadora/Sintra prometeu não baixar os braços e, terça-feira, promoveu a distribuição de um comunicado a denunciar as graves situações que se verificam naquela unidade hospitalar de gestão privada.
«A saúde é um direito e, os utentes não podem sentir-se, cada vez mais, alvo de um mero negócio», acusam os utentes, sublinhando que o Estado deve assumir «as suas responsabilidades sociais, pois os utentes assumem os seus deveres de contribuintes».
Mortes inexplicáveis, demora no serviço de urgências, encerramento de serviços, utilização de clinicas privadas ilegais e altas antes do tempo para reduzir as custos são algumas das graves situações denunciadas a que o Ministro da Saúde continua a fechar os olhos.