Moradores de Marvila em protesto
Moradores dos Bairros do Armador e das Flamengas, em Lisboa, participaram ontem numa manifestação organizada pela Comissão de Freguesia do PCP para exigirem a abertura dos acesos ao Metro pela estrada da Belavista.
A estação da Belavista, integrada na linha vermelha do Metro já tem cinco anos de idade e ainda os acessos pela estrada da Belavista continuam encerrados.
Dando voz à indignação dos populares, o PCP apoiou esta iniciativa. José Paquete do PCP recordou as dificuldades daqueles moradores que de vêem obrigados a deslocar-se «através de uma ribanceira enlameada e de ruas cheias de movimento» para chegar à entrada existente, quando o acesso pela estrada da Belavista poderia já estar aberto».
O presidente da Junta de Freguesia de Marvila, António Pereira, reiterou as afirmações do dirigente comunista, acrescentando que «A população já se fartou de esperar. Nos bairros do Armador e das Flamengas são mais de 15 mil pessoas que estão a ser maltratadas e mal servidas», salientou o autarca acrescentando que a Câmara e o Metro já foram contactados no sentido de se resolver o problema mas «só temos recebido desculpas esfarrapadas», frisou.
A estação da Belavista, integrada na linha vermelha do Metro já tem cinco anos de idade e ainda os acessos pela estrada da Belavista continuam encerrados.
Dando voz à indignação dos populares, o PCP apoiou esta iniciativa. José Paquete do PCP recordou as dificuldades daqueles moradores que de vêem obrigados a deslocar-se «através de uma ribanceira enlameada e de ruas cheias de movimento» para chegar à entrada existente, quando o acesso pela estrada da Belavista poderia já estar aberto».
O presidente da Junta de Freguesia de Marvila, António Pereira, reiterou as afirmações do dirigente comunista, acrescentando que «A população já se fartou de esperar. Nos bairros do Armador e das Flamengas são mais de 15 mil pessoas que estão a ser maltratadas e mal servidas», salientou o autarca acrescentando que a Câmara e o Metro já foram contactados no sentido de se resolver o problema mas «só temos recebido desculpas esfarrapadas», frisou.