USB acusa Governo de irresponsável
A União de Sindicatos de Braga (USB) acusou o Ministério da Saúde e a administração do Hospital de Guimarães de serem «responsáveis» pelas mortes das cinco crianças que estiveram no Serviço de Pediatria da unidade hospitalar.
Em comunicado, USB acusa a administração do Hospital Nossa
Senhora da Oliveira de «ter precarizado a limpeza com o objectivo único de conter despesas».
O serviço de pediatria do Hospital de Guimarães foi encerrado, na passada semana, pela
Direcção-Geral de Saúde, depois de terem falecido, nos últimos quatros meses, cinco
crianças com pneumonia que passaram por aquele departamento.
«Desde que a limpeza e desinfecção do hospital deixou de ser feita pelos SUCH e
passou para a empresa Euromex, ficou precarizada e agora pouco mais do que água é
usada na limpeza e desinfecção do Hospital de Guimarães», afirma o documento da USB.
Sustenta ainda que «um Governo e um ministério que querem poupar na limpeza e
desinfecção diária dos serviços de saúde, a troco de poupar alguns euros, pondo em causa a saúde e a vida de crianças, são no mínimo irresponsáveis e devem assumir as
consequências políticas e judiciais que daí derivam».
O encerramento obrigou à transferência, para outros hospitais, das cerca de duas
dezenas de crianças que estavam internadas naquele serviço.
Em comunicado, USB acusa a administração do Hospital Nossa
Senhora da Oliveira de «ter precarizado a limpeza com o objectivo único de conter despesas».
O serviço de pediatria do Hospital de Guimarães foi encerrado, na passada semana, pela
Direcção-Geral de Saúde, depois de terem falecido, nos últimos quatros meses, cinco
crianças com pneumonia que passaram por aquele departamento.
«Desde que a limpeza e desinfecção do hospital deixou de ser feita pelos SUCH e
passou para a empresa Euromex, ficou precarizada e agora pouco mais do que água é
usada na limpeza e desinfecção do Hospital de Guimarães», afirma o documento da USB.
Sustenta ainda que «um Governo e um ministério que querem poupar na limpeza e
desinfecção diária dos serviços de saúde, a troco de poupar alguns euros, pondo em causa a saúde e a vida de crianças, são no mínimo irresponsáveis e devem assumir as
consequências políticas e judiciais que daí derivam».
O encerramento obrigou à transferência, para outros hospitais, das cerca de duas
dezenas de crianças que estavam internadas naquele serviço.