Ouro motiva massacre
A região de Ituri, no norte da República Democrática do Congo, junto à fronteira com o Uganda, foi nos últimos dias palco de violentos confrontos entre os exércitos dos dois países e facções da oposição congolesa.
Cerca de um milhar de pessoas, segundo dados confirmados pela missão da ONU no terreno, foram massacradas nas cidades de Drodro e Largo pelos militares que procuram controlar a posse da terra.
Depois de na semana passada as partes em conflito terem assinado um acordo de cessar-fogo, pondo fim a cinco anos de guerra civil que se estima ter causado 50 mil vítimas mortais, a zona mergulhou numa batalha entre os beligerantes para garantir o controlo das ricas jazidas de ouro.
A manter-se o acordo, o presidente congolês, Joseph Kabila, deve apresentar uma proposta de Constituição, bem como formar um governo de unidade nacional e convocar eleições, as primeiras em 40 anos.
Cerca de um milhar de pessoas, segundo dados confirmados pela missão da ONU no terreno, foram massacradas nas cidades de Drodro e Largo pelos militares que procuram controlar a posse da terra.
Depois de na semana passada as partes em conflito terem assinado um acordo de cessar-fogo, pondo fim a cinco anos de guerra civil que se estima ter causado 50 mil vítimas mortais, a zona mergulhou numa batalha entre os beligerantes para garantir o controlo das ricas jazidas de ouro.
A manter-se o acordo, o presidente congolês, Joseph Kabila, deve apresentar uma proposta de Constituição, bem como formar um governo de unidade nacional e convocar eleições, as primeiras em 40 anos.